DER inicia nova etapa de obras na EPGU nesta segunda-feira
A faixa da pista da direita no sentido Guará-Zoológico, que foi interditada por 60 dias, já foi liberada aos veículos
atualizado
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O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) finalizou, neste fim de semana, o serviço de estabilização e proteção do talude por meio de grampeamento (proteção a qualquer processo de erosão) em faixa da Estrada Parque Guará (EPGU). A pista da direita no sentido Guará-Zoológico (DF 051- EPGU), em frente ao Parque Ecológico Ezechias Heringer, esteve interditada por 60 dias.
Finalizado o reforço no talude, a empresa contratada recuperou a pavimentação asfáltica da faixa antes interditada e renovou a sinalização do trecho. Nesta segunda-feira (18/11/2019), foi dado o início à última etapa da obra, que é o plantio de 22 mil mudas e indivíduos arbóreos (árvores já crescidas).
A interdição inicial da faixa foi necessária no primeiro momento da obra para a remoção da camada de vegetação local e posterior preparação da geometria do talude, de maneira que as máquinas perfuratrizes e os trabalhadores tivessem acesso adequado e com segurança à plataforma de trabalho que foi criada.
Inicialmente, o prazo estimado da interdição era de apenas três semanas. Entretanto foi estendido para oito semanas a fim de garantir a segurança do tráfego local, que é de aproximadamente 60 mil veículos por dia, bem como a segurança da estabilidade do talude em manutenção.
“Nossa prioridade sempre é a segurança de todos os envolvidos na obra, seja direta ou indiretamente. O serviço é dinâmico, e um prazo estabelecido no começo dos trabalhos pode ser alterado conforme a necessidade no decorrer da obra. Observamos que seria mais prudente manter a faixa interditada por mais cinco semanas e assim fizemos”, explicou o diretor-geral do DER/DF, Fauzi Nacfur Junior.
Ao todo, foram investidos nos serviços R$ 1,5 milhão e a previsão de conclusão total é de 90 dias. Para o engenheiro responsável, Eli Câmara, a segurança de todos estava em risco antes da execução do trabalho.
“Detectamos a fragilidade desse talude no ano passado, mas dado o tempo que levamos para fazer um projeto e para viabilizar recursos para a obra, só em setembro deste ano conseguimos, de fato, fazer o reforço do talude. Agora afirmo que não há mais riscos”, disse.
Com informações do DER/DF.
