Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

TCDF e CGU fiscalizam qualidade do asfalto em obras da capital

Auditoria em obra da EPGU marca a retomada da análise laboratorial do asfalto feita pelo TCDF, garantindo maior controle em grandes obras

13/07/2026 14:06, atualizado 13/07/2026 14:07
Divulgação/TCDF
TCDF e CGU fiscalizam qualidade do asfalto em obras da capital

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) realizou uma fiscalização técnica especial nas obras de pavimentação da Estrada Parque Guará (EPGU). O objetivo principal foi verificar a qualidade do asfalto executado sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

A inspeção ocorreu no dia 4 de julho de 2026 e foi conduzida pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura (Seinfra) do tribunal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). O diferencial dessa ação foi a realização de ensaios laboratoriais específicos pela Coordenadoria de Estudos e Análises Tecnológicas (CEAT), unidade vinculada à Seinfra.

TCDF e CGU fiscalizam qualidade do asfalto em obras da capital - destaque galeria
3 imagens
O objetivo principal foi verificar a qualidade do asfalto executado sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal
Conduzida pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura (Seinfra) do tribunal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), e realizado pela Coordenadoria de Estudos e Análises Tecnológicas (CEAT)
O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) realizou uma fiscalização técnica especial nas obras de pavimentação da Estrada Parque Guará (EPGU)
1 de 3

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) realizou uma fiscalização técnica especial nas obras de pavimentação da Estrada Parque Guará (EPGU)

Divulgação/TCDF
O objetivo principal foi verificar a qualidade do asfalto executado sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal
2 de 3

O objetivo principal foi verificar a qualidade do asfalto executado sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal

Divulgação/TCDF
Conduzida pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura (Seinfra) do tribunal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), e realizado pela Coordenadoria de Estudos e Análises Tecnológicas (CEAT)
3 de 3

Conduzida pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura (Seinfra) do tribunal, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), e realizado pela Coordenadoria de Estudos e Análises Tecnológicas (CEAT)

Divulgação/TCDF

Para testar a durabilidade e a segurança do novo pavimento da Estrada Parque Guará, os técnicos e analistas coletaram amostras na pista e avaliaram quatro indicadores fundamentais:

  • Espessura: Verificação se a quantidade de massa asfáltica aplicada corresponde exatamente ao projetado no contrato;
  • Compactação: Análise do nível de compressão do solo e do asfalto para evitar o surgimento precoce de buracos e deformações na via;
  • Teor de ligante: Medição da quantidade correta de insumos químicos que unem as pedras e a massa asfáltica, essencial para evitar rachaduras;
  • Resistência à tração: Teste de pressão para garantir que o pavimento suporte o fluxo intenso de veículos leves e pesados que trafegam diariamente pela EPGU.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A fiscalização na EPGU marca oficialmente a retomada das análises de laboratório por parte do TCDF, o que amplia significativamente a capacidade técnica da Corte de Contas no controle e na auditoria de grandes obras rodoviárias no Distrito Federal. Com o suporte dos equipamentos de teste, o corpo técnico do tribunal passa a basear suas decisões em evidências científicas e laboratoriais robustas, indo além da tradicional auditoria documental e da vistoria visual de engenharia.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF

Segundo o TCDF, esse tipo de varredura laboratorial ajuda a identificar falhas estruturais internas invisíveis a olho nu, prevenindo o desperdício de dinheiro público e garantindo que o DER-DF exija da empreiteira a correção dos defeitos antes do encerramento do contrato. A auditoria teve como alvo o Contrato nº 37/2025 que, após a aplicação de termos aditivos, está com o valor atualizado em R$ 16,4 milhões.