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Segurança

Polícia Civil investiga ameaça de massacre em colégio da Asa Sul

Os investigadores trabalham para identificar quem fez as postagens, que já foram excluídas das redes sociais

16/08/2019 12:16, atualizado 16/08/2019 16:21
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istock/imagem ilustrativa
Polícia Civil investiga ameaça de massacre em colégio da Asa Sul

A Polícia Civil do DF investiga ameaça de massacre no Colégio Marechal Duque de Caxias (CMDC), na Asa Sul. Postagens no Instagram e no WhatsApp anunciavam um ataque à escola particular no dia 23 de setembro.

Logo após as publicações, o colégio acionou a PCDF. Os investigadores, agora, trabalham para identificar quem postou as ameaças, que já foram excluídas da rede. Procurada pelo Metrópoles, a escola informou que todas as providências necessárias foram adotadas. Reiterou que as mensagens foram apagadas e não há motivo para pânico.

Alguns pais, entretanto, preferiram não enviar os filhos para as aulas desta sexta-feira (16/08/2019). “Não sabemos qual o objetivo dessas postagens. Pode ser uma brincadeira sem graça de algum aluno, mas pode ser verdade. Na dúvida, pedi à minha filha que ficasse em casa hoje”, disse a mãe de uma aluna de 15 anos.

“Infelizmente, tem aluno que não quer qualquer compromisso com a educação. É uma brincadeira de muito mau gosto”, afirmou o pai de outro estudante. Com medo de alguma represália, eles pediram para não ser identificados.

Reprodução/WhatSaap

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Por meio de nota, o colégio informou que após tomar conhecimento da criação de perfil em uma rede social, no qual faziam ameaças de violência contra a instituição, acionou a Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos. Afirmou, ainda, que o Batalhão Escolar fortaleceu a comunicação com toda a rede CMDC. “Todos os nossos colaboradores estão atentos aos mínimos detalhes, desde a entrada até a saída de nossos alunos. Todas as providências necessárias estão sendo tomadas diante o caso”, reforça o texto.

Em março, uma onda de ameaças a escolas mobilizou a Secretaria de Segurança Pública do DF. Na época, a inteligência do Governo do Distrito Federal (GDF) identificou 11 responsáveis pelas postagens nas redes sociais.