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Distrito Federal

Rachadura em prédio da 112 Sul apavora moradores

O térreo do Bloco A está com uma fenda que se abre a cada dia. Crea e Defesa Civil fazem avaliação no local neste Carnaval

12/02/2018 12:52, atualizado 12/02/2018 13:45
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Michael Melo/Metrópoles
Rachadura em prédio da 112 Sul apavora moradores

Depois do desabamento de parte do viaduto sobre a Galeria dos Estados e da garagem do Bloco C da 210 Norte na última semana, agora são rachaduras no térreo do Bloco A da 112 Sul que estão preocupando moradores do edifício e de autoridades. A fenda já existe há pelo menos sete anos, mas vem se abrindo mais do ano passado para cá.

De acordo com o subsíndico Alan Ricardo Saraiva, uma empresa de engenharia foi contratada para avaliar o local e não viu riscos de desabamento da estrutura. A Defesa Civil também esteve no prédio neste domingo (11/2), descartou maiores perigos para os moradores, mas aguarda o laudo do engenheiro.

O bloco foi construído em 1968. Há pelo menos 20 anos, ganhou um subsolo, que seria uma garagem, mas a ideia inicial acabou sendo abandonada.

Rachadura em prédio da 112 Sul apavora moradores - destaque galeria
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Bloco A da 112 Sul está com rachadura no térreo
Rachadura no Bloco A da 112 Sul amedronta moradores
Rachadura em prédio da 112 Sul apavora moradores - imagem 4
Destroços do viaduto que desabou no dia 6 de fevereiro no Eixão Sul
Viaduto do Eixão desabou no dia 6 de fevereiro
Rachadura se abre a cada dia
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Rachadura se abre a cada dia

Michael Melo/Metrópoles
Bloco A da 112 Sul está com rachadura no térreo
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Bloco A da 112 Sul está com rachadura no térreo

Rachadura no Bloco A da 112 Sul amedronta moradores
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Rachadura no Bloco A da 112 Sul amedronta moradores

Michael Melo/Metrópoles
Rachadura em prédio da 112 Sul apavora moradores - imagem 4
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Suzano Almeida/Metrópoles
Destroços do viaduto que desabou no dia 6 de fevereiro no Eixão Sul
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Destroços do viaduto que desabou no dia 6 de fevereiro no Eixão Sul

Vinícius Santa Rosa/Especial para o Metrópoles
Viaduto do Eixão desabou no dia 6 de fevereiro
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Viaduto do Eixão desabou no dia 6 de fevereiro

Hugo Barreto/Metrópoles

O engenheiro Dickran Berberian explica que o solo foi mal compactado, o que pode ter causado o desnível.  “Esse é um problema do solo de Brasília, que é ruim. A fundação está boa”, afirma.

Ele destaca, porém, que infiltrações podem prejudicar a estrutura, caso não sejam sanados os problemas. A avaliação do subsíndico Alan Saraiva é que as obras comecem ainda este ano e devem custar R$ 500 mil, valor que deve ser rateado entre os moradores.

A presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Fátima Có, esteve no local para ver a rachadura e voltou a criticar a falta de uma legislação que obrigue a manutenção em prédios do DF.

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