No DF, cresce o número de pessoas que furam isolamento social

Na capital do país, o respeito à quarentena caiu de 56,47% para 53,1% . Goiás passou na frente em pesquisa feita pelo In Loco

atualizado

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1 de 1 Populacao-nao-respeita-isolamento - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Os brasilienses estão voltando para as ruas aos poucos. É o que constatou a pesquisa da empresa de software In Loco. O mecanismo usa programa de georreferência para fazer a estatística. O Distrito Federal, que liderava o ranking das regiões nas quais as pessoas mais respeitam o isolamento social, foi para o segundo lugar nessa quinta-feira (09/04). Agora, está atrás de Goiás (54,17%).

De acordo com o levantamento, 53,1% da população na capital do país ficou em casa em 9 de abril, seguindo a quarentena para evitar o contágio do novo coronavírus. No dia 7, quando a capital liderava o ranking, a porcentagem era de 56,47%. Ceará ocupa o terceiro lugar, com 52,8%. Segundo os especialistas, a taxa ideal é 70%.

Neste sábado (11/04), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao visitar o Hospital de Campanha que o governo federal está construindo em Águas Lindas (GO), no Entorno do DF, reforçou a importância da quarentena. “Quem faz aglomeração, daqui a pouco, vai se lamentar“. Enquanto isso, manifestantes foram às ruas de Águas Claras incentivar as pessoas a furarem o isolamento.

Na lista do In Loco, Mato Grosso Sul ocupa a última posição quando o assunto é a obediência ao isolamento: 39,6% das pessoas permanecem em casa.

A empresa criou o Índice de Isolamento Social no início de fevereiro. E a capital do país já esteve melhor, o que aponta um afrouxamento na quarentena.

Em medição feita no dia 22 de março, o índice encostou nos 70%. E mesmo no último domingo (05/04), o número ultrapassou os 60% da população que ficou dentro das residências no DF.

Confira o ranking do dia 8 de abril:

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DF está em segundo lugar
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In Loco

A mesma empresa, porém, confirmou que, entre a última semana de março e os primeiros dias de abril, a diminuição no isolamento da população foi o padrão para todas as capitais brasileiras. Mesmo em casos onde a variação foi pequena, houve algum aumento na circulação de pessoas.

Nenhuma capital viu suas ruas ficarem mais vazias durante a semana passada. A variação foi identificada com base na localização de 60 milhões de telefones celulares no país, compilada pela In Loco.

Os dados têm sido analisados por pesquisadores brasileiros para determinar a relação do movimento nas ruas com o grau de contágio pelo novo coronavírus. A equipe de cientistas – com representantes do Ministério da Saúde, da Universidade de Brasília (UnB), Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) – confirmou que o aumento da reclusão no fim de março evitou infecções e internações.

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