Na Mira

Veja hotel no DF usado para venda ilegal de canetas emagrecedoras

Operação da Polícia Civil do DF prendeu 5 pessoas envolvidas no esquema que contava com participação do administrador do hotel

atualizado

metropoles.com

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1 de 1 foto-do-hotel-nas-redes-sociais - Foto: Reprodução / Redes sociais

Após a prisão de cinco suspeitos de comercializar clandestinamente medicamentos injetáveis para emagrecimento, nesta terça-feira (26/5), a coluna Na Mira apurou que o local utilizado para a venda dos produtos é um dos hotéis da rede 1001 Noites, localizado em Taguatinga (DF). Os itens eram vendidos e distribuídos pelo administrador do estabelecimento e por uma funcionária.

Veja apreensões: 

 

A reportagem entrou em contato com o hotel e, até o momento da publicação, não recebeu resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

As prisões foram realizadas por policiais civis da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural). Durante a operação, agentes da Seção de Repressão às Drogas interceptaram encomendas interestaduais, desarticularam pontos de distribuição e apreenderam medicamentos irregulares, veículos e equipamentos utilizados no esquema.

As investigações apontaram o envolvimento que o administrador do hotel em Taguatinga era responsável pela comercialização e distribuição dos produtos dentro do estabelecimento. Segundo a apuração, uma funcionária auxiliava na logística do esquema, realizando o recebimento, armazenamento e envio das mercadorias por meio de motoboys e motoristas de aplicativo.

Operação

Durante a ação policial, foram apreendidas diversas substâncias injetáveis, entre elas produtos identificados como tirzepatida, retatrutida, GHK-Cu, tesamorelina, somatropina, Durateston, Masteron e Deca-Durabolin, além de peptídeos e outros compostos. Os policiais também recolheram seringas, soluções para aplicação, maquininhas de cartão e aparelhos celulares.

Parte do material apresentava rótulos em idiomas estrangeiros, ausência de identificação adequada, indicação de “research use only” e características incompatíveis com medicamentos regularmente comercializados.

A operação também resultou na apreensão de cinco veículos vinculados aos investigados: uma Land Rover Discovery HSE, um Fiat Palio Attractive e três Volkswagen Gol, todos recolhidos no contexto da investigação.

Imagens: 

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Além de medicamentos, a polícia apreendeu celulares e máquinas de cartão
Foram apreendidos medicamentos injetáveis
A operação mirou o grupo envolvido no comércio ilegal de medicamentos para emagrecer
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A operação mirou o grupo envolvido no comércio ilegal de medicamentos para emagrecer

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Além de medicamentos, a polícia apreendeu celulares e máquinas de cartão
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Além de medicamentos, a polícia apreendeu celulares e máquinas de cartão

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Foram apreendidos medicamentos injetáveis
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Foram apreendidos medicamentos injetáveis

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Comercialização clandestina

A ação policial teve como foco a repressão à comercialização clandestina de substâncias de uso terapêutico e estético, especialmente produtos injetáveis voltados ao emagrecimento, sem registro ou com procedência irregular junto aos órgãos de vigilância sanitária.

A investigação teve início após informações de que produtos ilícitos seriam enviados da Rodoviária Interestadual do Distrito Federal para o estado de Minas Gerais. A partir da denúncia, policiais se deslocaram ao terminal, onde interceptaram uma encomenda suspeita e reuniram elementos que levaram à identificação de uma das envolvidas.

Na sequência, foram realizadas diligências de campo, campanas e monitoramento, que resultaram na prisão em flagrante de uma mulher nas proximidades do CasaPark, em posse de outros produtos da mesma natureza. Durante a abordagem, ela colaborou com os investigadores, o que levou à identificação de outra suspeita, também responsável pela distribuição das substâncias. Ela foi localizada e presa na Rodoviária Interestadual, igualmente com produtos ilícitos.

A operação evidencia a existência de uma rede estruturada de distribuição clandestina de produtos injetáveis voltados ao emagrecimento e fins estéticos, com atuação em diferentes regiões do Distrito Federal e possível ramificação interestadual, diante da remessa destinada ao estado de Minas Gerais.

As investigações continuam para identificar fornecedores, compradores, origem das substâncias, movimentações financeiras e demais envolvidos na cadeia de comercialização ilegal.

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