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Homem tenta matar companheira com golpes de martelo na cabeça
Homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil do DF por tentativa de feminicídio após agredir companheira com golpes de martelo na cabeça
atualizado
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Um ataque brutal com um martelo marcou mais um grave caso de violência contra a mulher no Distrito Federal.
Um homem foi preso nesta segunda-feira (16/3) suspeito de tentar matar a própria companheira após desferir vários golpes de martelo na cabeça da vítima, em um episódio de extrema violência que chocou moradores da região do Paranoá.
A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Seção de Investigação de Crimes Violentos (SICVIO) da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), durante a Operação Martelo.
De acordo com as investigações, o suspeito, identificado como Anderson Ribeiro Rodrigues, teria cometido a tentativa de feminicídio no dia anterior.
Após tomar conhecimento do crime, investigadores iniciaram uma série de diligências para localizar o agressor, passando a noite e a manhã seguintes procurando o suspeito em casas de familiares e em locais onde ele poderia estar escondido.
O homem acabou sendo localizado escondido na casa de uma amiga, em uma área de mata na região do Paranoá, onde foi preso em flagrante pelos investigadores.
Constantemente agredida
Segundo relato da vítima à polícia, ela era constantemente agredida pelo companheiro. Durante o atendimento, os policiais identificaram falhas no couro cabeludo da mulher, que, segundo ela, seriam resultado de agressões anteriores praticadas pelo homem.
No episódio mais recente, ocorrido no último domingo (15/3), o suspeito teria iniciado mais uma sessão de agressões. Durante o ataque, Anderson desferiu golpes de martelo contra a cabeça da vítima. A mulher só não morreu por circunstâncias alheias à vontade do agressor.
Mesmo gravemente ferida, a vítima ainda relatou aos investigadores que ouviu o autor gritar que acreditava tê-la matado após os ataques. Após a prisão, o suspeito foi conduzido à Divisão de Controle e Custódia de Presos da PCDF, onde permanece à disposição da Justiça.
A coluna não localizou a defesa de Anderson Ribeiro Rodrigues. O espaço segue aberto.
