Ato contra feminicídio no DF tem encenação simbólica como alerta

As manifestantes foram às ruas neste Dia Internacional da Mulher no DF exibindo cartazes sobre o enfrentamento à violência

atualizado

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Manifestação contra o feminicídio - Metrópoles
1 de 1 Manifestação contra o feminicídio - Metrópoles - Foto: LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Quando você cala, você também puxa esse gatilho“, alertou uma manifestante, de forma inusitada, durante o ato contra o feminicídio e a violência contra as mulheres, em Brasília (DF), neste domingo (8/3), Dia Internacional da Mulher. A frase foi exibida junto com a cabeça de uma manequim sob a mira de uma arma falsa (foto acima).

O protesto reuniu mulheres e crianças com cartazes e bandeiras estacionamento do Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). A manifestação, batizada de Ato Político-Cultural do Dia Internacional de Luta das Mulheres, teve início por volta das 13h.

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Manifestantes fazem ato contra o feminicídio em Brasília
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Durante o ato foram exibidas frases de impacto. “Violência não é ação. É ausência”, escreveu um ativista em um cartaz. Outra participante foi direta e levantou um placa com os dizeres: “Parem de nos matar”.

Além de cobrar políticas públicas, maior representação, proteção e defesa vida das mulheres, os manifestantes defenderam outras bandeiras, como o fim da escala 6×1 e a soberania dos povos.

O ato tem apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF), do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), do Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da Universidade de Brasília (Sindfub), do Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF e outras entidades sindicais.

Raio

A manifestação inicialmente iria até a frente do Palácio do Buriti. Mas por causa da chuva e do risco de raios, os organizadores decidiram ficar nos arredores do Eixo Cultural Ibero-Americano, numa ação apelidada de “marcha simbólica”.

Políticas públicas

No sábado (7/3), véspera do Dia da Mulher, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defendeu o combate contra o feminícidio, em um pronunciamento em rede nacional.

Lula sancionou, neste domingo, uma lei que reforça a proteção de vítimas em casos de estupro de vulnerável. A norma, publicada no Diário Oficial da União (DOU) deste Dia Internacional da Mulher, altera o Código Penal para reforçar que a vulnerabilidade não pode ser relativizada — ou seja, não pode ser reduzida nem questionada com base em circunstâncias do caso.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, também se pronunciou na data destacando a importância do combate à violência de gênero. “Nenhuma sociedade pode aceitar que mulheres sejam ameaçadas dentro de casa, no trabalho ou nas ruas. Isso não é normal”, escreveu.

Sobre as ações no DF, o governador lembrou: “Fortalecemos programas como o Viva-Flor e o Direito Delas, além de ações que garantem proteção, orientação e autonomia para mulheres que precisam recomeçar”.

Colaboração Luís Nova

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