Justiça reverte regime de semiliberdade a assassino de Thalita Berquó

Juiz da 2ª Vara da Infância e da Juventude havia concedido, em outubro do ano passado, regime de semiliberdade a um dos assassinos da mulher

atualizado

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thalita berquo
1 de 1 thalita berquo - Foto: Reprodução

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) obteve sucesso no recurso de apelação da sentença que havia concedido, em outubro do ano passado, regime de semiliberdade a um dos três assassinos confessos de Thalita Marques Berquó Ramos (foto em destaque), 36 anos.

Thalita foi morta e esquartejada em uma invasão no Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará, em 13 de janeiro de 2025.

A decisão proferida pelo Justiça do Distrito Federal, nesta quarta-feira (11/2), reformou a sentença do juiz da 2ª Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF), reconheceu o homicídio triplamente qualificado, excluiu o privilégio e determinou a internação do acusado.

À época, o juiz Márcio da Silva Alexandre desconsiderou as qualificadoras do homicídio e entendeu que o ato praticado pelo acusado teria ocorrido sob “domínio de violenta emoção, em seguida a injusta provocação da vítima”.

O acusado cometeu o crime quando ainda tinha 17 anos e responde por ato infracional análogo a homicídio. Mesmo já tendo completado 18 anos, ele permanecia, até então, recluso em uma unidade de internação, destinada a menores infratores.

O rapaz foi apreendido em 12 de setembro pela Polícia Civil do Distrito Federal. Além dele, estão detidos um adolescente e João Paulo Teixeira da Silva.

João Paulo Teixeira da Silva irá a júri popular em 9 de março deste ano. O julgamento está marcado para ocorrer no Tribunal do Júri do Guará.

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Vítima teria sido agredida a pauladas antes de ser esquartejada
Thalita Marques Berquó Ramos tinha 36 anos
Thalita foi morta após reclamar de qualidade da droga que comprou
Thalita estudava e se dedicava à prática de muay thai
Thalita Berquó tinha 36 anos
Um homem foi preso, e dois adolescentes apreendidos pelo crime
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Um homem foi preso, e dois adolescentes apreendidos pelo crime

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Vítima teria sido agredida a pauladas antes de ser esquartejada
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Vítima teria sido agredida a pauladas antes de ser esquartejada

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Thalita Marques Berquó Ramos tinha 36 anos
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Thalita Marques Berquó Ramos tinha 36 anos

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Thalita foi morta após reclamar de qualidade da droga que comprou
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Thalita foi morta após reclamar de qualidade da droga que comprou

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Thalita estudava e se dedicava à prática de muay thai
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Thalita estudava e se dedicava à prática de muay thai

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Thalita Berquó tinha 36 anos
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Thalita Berquó tinha 36 anos

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Crime bárbaro

Thalita teve a cabeça e as pernas jogadas pelos assassinos em um córrego da região, e o tronco foi enterrado na área.

No dia em que foi assassinada, a vítima esteve em uma invasão dentro do parque, para comprar drogas. Porém, um desentendimento entre ela e os autores do crime – um homem e dois adolescentes – teria ocorrido e motivado o homicídio.

A discussão estaria relacionada à qualidade dos entorpecentes vendidos por eles a Thalita, que acabou morta a pedradas e facadas.

Nos dias que se seguiram ao crime, a cabeça e as pernas de Thalita foram achadas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), próximo à Vila Telebrasília.

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