Casa da Mulher Brasileira abre alojamento de passagem nesta quarta (6)

Localizado em Ceilândia, o espaço de abrigo temporário vai amparar mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no Distrito Federal

atualizado

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Hugo Barreto / Metrópoles
Casa da Mulher Brasileira está fecha
1 de 1 Casa da Mulher Brasileira está fecha - Foto: Hugo Barreto / Metrópoles

O alojamento de passagem da Casa da Mulher Brasileira (CMB), abrigo temporário para mulheres em situação de violência doméstica e familiar em Ceilândia, será inaugurado nesta quarta-feira (6/7). Com horário de funcionamento de 24 horas por dia, o local vai amparar e garantir a segurança de mulheres acompanhadas ou não de seus filhos até que sejam tomadas as providências necessárias em cada caso.

O espaço conta com 14 camas, cozinha, uma sala de tevê e uma brinquedoteca para as crianças. É a primeira vez que Brasília tem um alojamento nesse formato. No espaço da Secretaria da Mulher do DF, em parceria com o Governo Federal, serão acolhidas, preferencialmente, mulheres em risco iminente de morte ou cujo agressor tenha descumprido medida protetiva de urgência. Elas podem permanecer no alojamento por até 48 horas.

“Essa é mais uma grande conquista para as mulheres do Distrito Federal. Além de cumprir todas as diretrizes previstas no funcionamento da CMB, estaremos oferecendo acolhimento e apoio, durante 24 horas, às mulheres que nos procuram. Na Casa da Mulher Brasileira, elas serão atendidas e encaminhadas aos serviços indicados para cada caso, incluindo, agora, o alojamento de passagem”, comemora a Secretária da Mulher, Vandercy Camargos.

Serviços disponíveis

O encaminhamento da vítima é realizado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher ou pela equipe de acolhimento e triagem, do apoio psicossocial da Casa da Mulher Brasileira. Ao chegar ao alojamento, a mulher e seus dependentes recebem alimentação e um kit de higiene pessoal. Além disso, são distribuídas fraldas para aquelas que estiverem acompanhadas por bebês.

Durante a estadia, a mulher acolhida poderá ser encaminhada aos demais serviços oferecidos pela CMB, como os atendimentos de apoio psicossocial, ou ações voltadas à autonomia econômica. Após 48 horas no alojamento de passagem, ela deverá ser conduzida à própria residência, para a casa de parentes ou para outro serviço de acolhimento, como a Casa Abrigo, onde a mulher pode ficar por até três meses.

Em qualquer outra circunstância, cabe ao serviço de apoio psicossocial da Casa da Mulher Brasileira e à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher a elaboração, juntamente com a usuária, de um plano de segurança pessoal.

Com informações da Secretaria da Mulher

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