Auxílio emergencial: veja três dicas do que fazer com os R$ 600

Confira as orientações de especialista sobre como utilizar o auxílio emergencial para evitar aplicações erradas

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles
Homem utiliza aplicativo app de auxilio do governo contra a falta empregos pelo covid19
1 de 1 Homem utiliza aplicativo app de auxilio do governo contra a falta empregos pelo covid19 - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Muitos trabalhadores autônomos e informais já recebem a primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600, medida oferecida pelo governo federal que tem o objetivo de ajudar as categorias de trabalho mais vulneráveis durante a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. Com isso, muitas pessoas se questionam o que fazer e como aproveitar melhor esse dinheiro.

Um dos impactos mais temidos e que provavelmente serão causados pela Covid-19 é o desemprego. É grande do número de pessoas que já perderam seus empregos e precisam planejar os gastos até que a situação do país melhore.

Pensando isso, o JC Concursos conversou com Fabrizio Gueratto, financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira, que dá três orientações do que fazer com o auxílio emergencial para evitar aplicações erradas e fazer com que a situação financeira dos beneficiários não se torne ainda mais dificultosa.

Usar apenas em emergência

Muitas pessoas estão perdendo seus empregos e empresas estão adotando o modo de desoneração até mesmo por WhatsApp, videochamadas e e-mails. Mas, além disso, os profissionais autônomos encontram dificuldades para gerar suas rendas, fazendo com que itens de necessidades básicas faltem em seus respectivos lares. Portanto, as prioridades devem ser direcionadas para os itens básicos, como água, luz, gás e compras para fazer reserva de comida.

Investir

Para as pessoas que estão com as suas vidas financeiras organizadas, com reserva de emergência, esse pode ser um bom momento para utilizar o dinheiro para investir. Renda fixa e variável podem ser consideráveis.

Pagamento de dívidas

Os juros do cartão de crédito e cheque especial são altíssimos, podendo chegar em 15% ao mês. E, em menos de seis meses, o valor dessa dívida é dobrada. Por isso, a utilização desse dinheiro para o pagamento de débitos poderá evitar que se comprometa com o efeito “bola de neve”, no qual o montante devido será impagável em um curto espaço de tempo.

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