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Sim, o ponto G é real: veja como encontrá-lo para chegar ao orgasmo
O ponto G está dentro do canal da vagina e, quando bem estimulado, pode potencializar o prazer; entenda
atualizado
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Com tantas posições sexuais no seu repertório, não é de se surpreender que algumas delas sejam perfeitas para estimular o ponto G. Trata-se de uma zona erógena localizada ao longo do canal vaginal — mais especificamente na parte interna, com tamanho entre dois e cinco centímetros.
A sexóloga Bruna Coelho explica que, do ponto de vista anatômico, essa região corresponde a uma concentração de estruturas internas do clitóris que respondem à estimulação sexual. “O movimento mais eficaz costuma ser um toque com o indicador direcionado para cima, fazendo movimento para trás contínuo, de forma leve.”

Algumas pessoas podem descobrir o ponto G por acaso e ter uma experiência transformadora. Outras, por outro lado, podem não sentir mais prazer do que sentiriam se o cotovelo fosse massageado. Mas, independentemente da estimulação do ponto G ser ou não a sua praia, explorar o seu corpo pode lembrá-la de que você está no controle do seu próprio orgasmo.
“A sensibilidade do ponto G depende de fatores anatômicos individuais, do nível de excitação, do relaxamento corporal, da conexão emocional com o momento e até de experiências prévias com o próprio corpo”, acrescenta.
Bruna também salienta que o ponto G não é um botão mágico de prazer. “Todas as reações referentes a esse estímulo dependem de habilidade e do autoconhecimento do corpo”, comenta. “Existem também as diferenças individuais que compreendem as preferências de toque e prática sexuais. Nada é universal.”
Como chegar ao prazer pelo ponto G?
Ok, então agora você sabe que o ponto G existe. Pronta para explorar um pouco o seu lado sexual? Use uma pressão firme e profunda para acariciar a área. Experimente um movimento circular rítmico ou uma técnica de cima para baixo, sugere a expert.

A sexóloga também recomenda movimentos suaves e repetitivos, com pressão moderada voltada para cima, que costumam funcionar melhor do que movimentos rápidos ou muito profundos.
“Em termos de posições, aquelas que inclinam o corpo de forma que a parede anterior fique mais acessível tendem a facilitar o estímulo, como quando a pessoa está deitada de costas com os quadris levemente elevados ou em posições em que há maior proximidade entre os corpos”, acrescenta.
Por fim, Bruna salienta que, mais do que a técnica em si, o fator determinante é o conforto físico e emocional, a comunicação clara e a atenção às respostas do corpo.
























