Casal vende serviço de "assistência para ménage à trois" por R$ 3 mil
Casal que se conheceu em gravação de filme pornográfico transformou relação em negócio e oferece experiências de ménage a três para clientes

Na Inglaterra, um casal uniu o amor e o trabalho em comum para oferecer experiências sexuais a três a outras pessoas. Ryan Lee e Gigi Patsy se conheceram durante a gravação de um filme adulto e, desde então, trabalham com um serviço de “assistência para ménage à trois“. O valor cobrado por uma hora é de 400 euros, algo equivalente a R$ 3 mil.
Em entrevista a um portal britânico, ambos contaram que são profissionais do sexo há cerca de cinco anos. Segundo Gigi, de 30 anos, ela recebia inúmeros pedidos para esse tipo de experiência. Após começarem a namorar, eles enxergaram a possibilidade de trabalharem juntos no ramo. “A coisa toda se transformou em algo mais”, disse.
Como se conheceram
O primeiro encontro dos dois aconteceu na casa da própria mulher, quando Ryan foi convidado ao local para participar de um novo filme. No entanto, a gravação acabou se transformando em uma longa conversa sobre a vida, e, naquele momento, o casal criou um laço genuíno.
“Eu estava solteira há cinco anos e tentei namorar, porém, é difícil encontrar alguém que entenda que eu faço sexo por trabalho, e isso não significa o mesmo para mim que sexo em um relacionamento”, comentou.
Para Ryan, não foi diferente: ele ressaltou que se sentiu muito a vontade por não ter que explicar a profissão para a parceira. Com o relacionamento encaminhado, eles decidiram criar o serviço de ménage.

“Com o Ryan e comigo, você pode literalmente nos dar uma lista de coisas que quer experimentar e coisas que não quer”, afirmou.
Mais sobre o serviço
Os dois, inclusive, seguem um protocolo bem rígido. Os rapazes que os contratam devem chegar no local, tomar um banho e utilizar uma escova de dente descartável. “Gigi tem que beijá-los, e alguns desses beijos vêm após fumar cigarros, estar no bar ou depois de um longo dia de trabalho com as mãos sujas”, destacou Ryan.
Entre os pedidos mais comuns estão: solicitar que o rapaz fique distante apenas observando o cliente com Gigi, e até quem peça para encenar um flagra em que Ryan os surpreende e entra no meio.

“Somos muito abertos, acessíveis e amigáveis. Já tivemos caras que achavam que queriam participar, mas acabavam só assistindo porque estavam nervosos. Só que, após nos conhecerem, geralmente querem voltar”, ressaltou a profissional.
Não atrapalha na vida a dois
Para ambos, o trabalho que realizam não tem nada a ver e não interfere no sexo como casal.
“Quando eu e a Gigi fazemos, gostamos de tornar o momento mais especial”, destacou. Além disso, existem combinados para a dinâmica — como não fazer carinho nos clientes.
“Não quero que ele mande mensagens para eles, nem que fique de conchinha ou tome café da manhã com eles”, pontuou a mulher. Outro limite estabelecido por ela, mas desta vez em relação aos clientes, é não ser chamada pelo seu nome verdadeiro.
Por último, o casal disse que, se pudesse aconselhar outras pessoas, reforçaria que é possível explorar a própria sexualidade de forma honesta. “Elas são tão reservadas e vêm nos contar o que querem fazer sexualmente, mas nunca contaram para suas esposas, e elas podem estar morrendo de vontade de saber também”, concluiu Gigi.

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