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Beijo e sexo no Carnaval pode virar caso “sério”? Pesquisa diz que sim
Levantamento mostra que, para a maioria das pessoas, o beijo no Carnaval vai além da diversão e pode abrir espaço para novas histórias
atualizado
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Beijou muito no Carnaval? Para muita gente, os dias de folia vão além da diversão e dos bloquinhos: são também uma oportunidade de criar conexões. Uma pesquisa recente aponta que 66% das pessoas que trocam beijos durante a festa estão, na verdade, em busca de algum tipo de vínculo com outra pessoa — seja ele passageiro, seja com potencial para continuar depois da Quarta-feira de Cinzas.
Em meio ao glitter, à música alta e ao clima de liberdade, o beijo funciona como porta de entrada para conversas, risadas e até encontros que escapam do roteiro tradicional da paquera. O dado reforça que, mesmo em um ambiente marcado pela informalidade, há quem procure algo além do momento — uma troca genuína, ainda que breve. O Carnaval, nesse sentido, vira um catalisador: as pessoas se sentem mais abertas, confiantes e dispostas a arriscar uma aproximação.
Segundo o levantamento, que foi realizado pelo aplicativo de relacionamentos Inner Circle com cerca de 1,5 mil pessoas, 66% dos entrevistados afirmam estar em busca de algum tipo de conexão durante e depois da folia. Desse total, 37% dizem querer conhecer alguém interessante e “ver no que dá”, sem necessariamente definir o rumo da relação.
Outros 16% admitem procurar um amor de Carnaval que ultrapasse os dias de festa e continue depois, enquanto 13% assumem preferir algo casual, sem grandes expectativas.

Por outro lado, nem todo mundo embarca na ideia de transformar beijo em história. A pesquisa mostra que 22% preferem não criar expectativas, encarando o momento apenas como diversão.
Já outros 9% se dizem indiferentes à possibilidade de conexão, e apenas 3% afirmam que querem apenas curtir com amigos, sem qualquer interesse em paquera.












