Pouca vergonha

Atividade física intensa, como na série Olympo, pode turbinar a libido

Nova série da Netflix, Olympo tem dado o que falar pelas cenas de sexo picantes que atiçaram a curiosidade e o tesão dos telespectadores

atualizado

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série Olympo
1 de 1 série Olympo - Foto: Divulgação

Nova série da Netflix, Olympo tem dado o que falar pelas cenas de sexo picantes que atiçaram a curiosidade e o tesão de alguns telespectadores. Muitos, inclusive, levaram às redes sociais a dúvida se a prática de atividade física aumenta a libido. Pensando nisso, a Pouca Vergonha conversou com alguns profissionais para entender essa relação.

A produção acompanha um grupo de jovens atletas adultos treinando para se tornarem os melhores do mundo em seus respectivos esportes, de atletismo a nado sincronizado. Chegar lá envolve desafiar seus corpos e treinar 24 horas por dia para atingir a perfeição.

Olympo acompanha um grupo de jovens atletas adultos treinando para se tornarem os melhores do mundo em seus respectivos esportes

Eles se exercitam constantemente e seguem dietas específicas para manter o desempenho máximo a todo tempo. Como esses atletas estão treinando em alto nível, seus hormônios estão à flor da pele. A série cumpre esse papel, proporcionando várias cenas quentes de sexo. Mas, afinal, uma intensa prática esportiva gera impacto na vida sexual?

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Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar
O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono
É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade
No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança
O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)
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O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)

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Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar
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Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar

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O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono
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O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono

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É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade
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É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade

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No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança
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No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança

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A medicina explica

A ginecologista Ana Paula Noronha aponta que, sim, treinar pode aumentar a libido. “Sabemos que a prática de exercícios como um todo aumenta a autoestima, há produção de uma grande quantidade de hormônios sexuais e endorfinas que causam bem-estar e, consequentemente, podem aumentar a libido.”

Ana Paula acrescenta que o melhor exercício para “turbinar” a libido é a musculação. “Sabe-se que os exercícios de força têm capacidade de aumentar a circulação, aumentam os neurotransmissores ligados ao bem-estar, melhoram a autoestima e a qualidade do sono…”

Além disso, Thaina Mariz, médica especialista em sexologia, destaca que a musculação tende a tonificar a musculatura, ao passo que exercícios aeróbicos de moderada intensidade acabam fazendo um aumento da circulação sanguínea.

Também causa o aumento da autoestima, na questão de ficar com um corpo bonito, o que acaba acontecendo. Os exercícios físicos, junto com a uma alimentação balanceada e, automaticamente, o aumento da disposição”, emenda Thaina.

Rotinas exaustivas

Ao mesmo tempo, os profissionais da saúde destacam que a rotina de um atleta profissional, como seria ocorre com os personagens da série, também traz consequências para a vida sexual.

“Tudo em grande quantidade pode fazer mal à saúde. Excesso de exercício físico em mulher pode levar à suspensão da menstruação, bloqueando seu eixo hormonal e, consequentemente, pode atrapalhar a vida sexual dela, por exemplo”, comentou Ana Paula.

A médica Thaina salienta que a rotina de atletas profissionais, que acabam fazendo exercícios físicos, às vezes, de 8 a 10 horas, se torna muito fatigante. “Acaba desencadeando um estresse, devido à questão da competitividade, da questão do rendimento, que é uma autocobrança absurda e, inclusive, pode vir a dar um desequilíbrio hormonal.

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