Ao interferir no sexo, insegurança com o corpo exige avaliação médica
A vergonha é parte natural do sexo, mas o alerta surge quando o corpo passa a ser motivo para deixar de ter relações. Veja o que diz médico

Especialmente para as mulheres, o ato sexual, muitas vezes, é cercado de inseguranças e receios com o próprio corpo. Com a autoestima afetada, algumas delas deixam, inclusive, de praticar sexo. É natural notar detalhes que gostaríamos de mudar, mas o sinal de alerta acende quando isso se torna um obstáculo para explorar o prazer de forma saudável.

Receba no seu email as notícias da coluna Pouca Vergonha
Frequência de envio: Semanal
Ver todasAtenção
Ao Metrópoles, o cirurgião plástico Wilian Pires destaca que também é importante observar quando as questões ultrapassam o sexo.
“A insatisfação com o próprio corpo começa a ser um problema quando deixa de ser apenas uma questão estética e passa a interferir na rotina e, principalmente, na forma como a pessoa se relaciona”, afirma.
Durante o ato, isso pode aparecer de diferentes formas. O médico elenca situações como evitar ficar nua, sentir vergonha extrema, preferir luz apagada por razões como essa, evitar determinadas posições e até deixar de ter as relações por medo de julgamento.
“É importante entender que não existe um corpo perfeito. O que merece atenção é quando uma característica que incomoda começa a ocupar um espaço tão grande na cabeça da pessoa que interfere na autoestima, na intimidade e na qualidade de vida”, alerta Wilian.

Quando buscar ajuda?
William acrescenta que é necessário, além de não negligenciar, buscar ajuda ao notar que a insegurança está ultrapassando limites do natural.
Entre no canal de WhatsApp do Vida e Estilo“Nesses casos, uma avaliação individualizada é importante para entender o que realmente está causando esse desconforto e quais são as possibilidades para cada paciente. A cirurgia plástica pode ser uma opção, mas ela não deve ser vista como uma solução para tudo”, conclui.















