Paulo Cappelli

PT, PSB e PSol pedem suspensão de 5 deputados bolsonaristas

Partidos acionam a Mesa da Câmara por susposta quebra de decoro em obstrução que impediu sessões por quase 40 horas

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Câmara dos Deputados: plenário
1 de 1 Câmara dos Deputados: plenário - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O PT, o PSB e o PSol protocolaram nesta quinta-feira (7/8) um pedido de suspensão cautelar, por seis meses, dos mandatos de cinco deputados do PL que participaram da ocupação da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados entre os dias 6 e 7 de agosto.

As representações foram encaminhadas à Mesa Diretora da Casa e citam os parlamentares Julia Zanatta (PL-SC), Marcel van Hattem (Novo-RS), Marcos Pollon (PL-MS), Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Zé Trovão (PL-SC).

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Marcel van Hattem
Deputado Zé Trovão
Paulo Bilynskyj
Deputado do MS quer reconhecer caça como patrimônio cultural do Brasil
Julia Zanatta comemorou anúncio de Trump sobre intervenção militar na Vezeuela
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Julia Zanatta comemorou anúncio de Trump sobre intervenção militar na Vezeuela

Agência Câmara
Marcel van Hattem
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Marcel van Hattem

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Deputado Zé Trovão
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Deputado Zé Trovão

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Paulo Bilynskyj
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Paulo Bilynskyj

Mario Agra/Câmara dos Deputados
Deputado do MS quer reconhecer caça como patrimônio cultural do Brasil
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Deputado do MS quer reconhecer caça como patrimônio cultural do Brasil

Mário Agra/Câmara dos Deputados

Segundo os líderes partidários Lindbergh Farias (PT), Pedro Campos (PSB) e Talíria Petrone (PSol), autores das petições, os cinco deputados “participaram, por quase 40 horas, da ocupação forçada da Mesa Diretora do Plenário Ulysses Guimarães”.

De acordo com o texto, a ação “impediu e restringiu o funcionamento da sessão legislativa ordinária da Câmara”, além de cercear “o direito de voz de outros parlamentares”.

Os partidos afirmam que a ocupação foi “premeditada, coordenada e executada com o intuito de obstaculizar o regular exercício do Poder Legislativo”, e teria envolvido “uso de força física, correntes, faixas, gritos e objetos simbólicos como adesivos na boca”.

As representações sustentam ainda que a invasão da Mesa Diretora “constitui afronta à hierarquia institucional” e “um precedente extremamente perigoso e inaceitável no Estado Democrático de Direito”.

O documento aponta que o episódio configura “grave violação da separação de Poderes” e deve ser tratado com o “rigor das normas éticas e regimentais”.

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