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Paulo Cappelli

Empresa que fez repasse a Lulinha entra na mira da CPMI do INSS

Deputada pede à CPMI do INSS a quebra de sigilos de empresa que repassou R$ 2,3 milhões a Lulinha entre 2022 e 2025

17/03/2026 13:58, atualizado 17/03/2026 14:04
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Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles
Lulinha

A empresa Llf Tech Participações Ltda, responsável por repasses que totalizaram R$ 2,3 milhões a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na mira da CPMI do INSS. Em requerimento enviado à presidência da comissão, a deputada Adriana Ventura (Novo-SP) solicita a quebra dos sigilos fiscais e a elaboração de relatórios de inteligência financeira sobre as operações bancárias da empresa entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026.

A Llf Tech, com sede em um prédio comercial na zona oeste de São Paulo, atua no ramo de “suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação”. O endereço é o mesmo de outra empresa de Lulinha, a G4 Entretenimento e Tecnologia, que repassou mas R$ 772 mil ao filho do presidente Lula.

Empresa que fez repasse a Lulinha entra na mira da CPMI do INSS - destaque galeria
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O presidente Lula e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS
Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha
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Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha

Reprodução / Instagram
O presidente Lula e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha
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O presidente Lula e seu filho, o empresário Fábio Luís Lula da Silva — conhecido como Lulinha

Arte/Metrópoles
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS
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Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebeu repasses de R$ 2,3 milhões de empresa na mira da CPMI do INSS

Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles

De acordo com os dados bancários de Lulinha encaminhados à CPMI do INSS, os repasses aconteceram entre 2022 e 2025.

No início de março, o Metrópoles comprovou que as salas onde as duas empresas supostamente funcionam estão desocupadas há 7 meses. A defesa do empresário alegou que o endereço serve apenas para envio e recebimento de correspondência.

“A empresa LLF Tech não possui escritório externo e sua sede sempre foi a residência de Fábio Luís, alterada somente após sua mudança para o exterior. A empresa G4 não está mais em atividade, mas possui créditos judicializados a receber que, quando são pagos, são distribuídos”, afirmou o advogado Guilherme Suguimori, em nota.

Movimentação financeira

A quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha revelou uma movimentação financeira de R$ 19,3 milhões em 4 anos. Desse total, R$ 9,6 milhões foram recebidos pelo empresário e o restante foi destinado a outras contas bancárias.

A defesa afirma que o montante “não retrata nenhum valor real” porque corresponde a soma de movimentações, o que pode significar valores repetidos em entradas e saídas.

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