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Mirelle Pinheiro

Quem é o empresário preso em Brasília em ação que mirou Poze e MC Ryan

Operação Narco Fluxo foi realizada pela Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (15/4), em diversos estados do Brasil

15/04/2026 14:34, atualizado 15/04/2026 15:35
Divulgação/Polícia Federal
Imagem colorida mostra itens apreendidos após operação contra MC Ryan SP. Metrópoles

A coluna apurou que um empresário de Brasília (DF), identificado como Marcus Vinicius Rodrigues de Assis, foi preso nesta quarta-feira (15/4), durante a Operação Narco Fluxo deflagrada pela Polícia Federal (PF).

Marcus aparece como sócio de quatro empresas prestadoras de serviços administrativos e financeiros, que ficam localizadas na capital federal, em Goiânia (GO) e Unaí (MG).

Os cantores MC Ryan SP e Poze do Rodo, o influenciador Raphael Sousa Oliveira — dono da página Choquei — e o influenciador digital Chrys Dias também foram presos durante a ação. 

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Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior
Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão
Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos
A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal
Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada de quinta-feira (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiro
A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys Dias
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A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys Dias

Divulgação/Polícia Federal
Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior
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Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior

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Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão
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Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão

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Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos
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Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos

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A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal
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A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal

Divulgação/Polícia Federal
Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada de quinta-feira (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiro
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Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada de quinta-feira (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiro

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Mais de 200 policiais federais participam da Operação Narco Fluxo
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Mais de 200 policiais federais participam da Operação Narco Fluxo

Divulgação/Polícia Federal
Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulista
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Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulista

Divulgação/Polícia Federal
Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valor
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Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valor

Divulgação/Polícia Federal
São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária
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São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária

Divulgação/Polícia Federal

Operação Narco Fluxo

A ação cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados do Brasil, como em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

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As investigações apontam que o volume financeiro movimentado pelo grupo criminoso ultrapassa R$ 260 bilhões. Além de armas, carrões e dinheiro em espécie, a corporação apreendeu documentos e equipamentos eletrônicos que ajudarão na investigação.

O grupo utilizava um sistema estruturado para ocultar e dissimular valores, com uso de empresas, terceiros e até transações com criptoativos.

As investigações indicam que havia movimentações no Brasil e no exterior, além do transporte de grandes quantias em dinheiro vivo.