Mirelle Pinheiro

PF prende influencer, filho de Diabo Loiro do PCC, na casa de MC Ryan

Mateus Magrini estava em uma residência em Jundiaí (SP), quando foi preso durante a Operação Narco Fluxo

atualizado

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Reprodução/Instagram
Mateus Magrini
1 de 1 Mateus Magrini - Foto: Reprodução/Instagram

Além dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, e dos influenciadores Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, também foi preso, na manhã desta quarta-feira (15/4), Mateus Magrini (foto em destaque). Ele é filho de Eduardo Magrini, conhecido como Diabo Loiro, integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ele foi localizado em uma residência em Jundiaí (SP), durante a Operação Narco Fluxo, da Polícia Federal (PF). O dono do imóvel seria MC Ryan SP, que é irmão mais velho de Mateus e ex-enteado de Diabo Loiro.

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Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior
Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada desta quinta (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiro
Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valor
Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulista
São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária
A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys Dias
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A operação também mira outras figuras conhecidas, como o funkeiro Poze do Rodo e o influenciador Chrys Dias

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Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior
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Investigações indicam que a movimentação era feita no Brasil e no exterior

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Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada desta quinta (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiro
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Operação da Polícia Federal deflagrada na madrugada desta quinta (15/4) investiga grupo suspeito de lavagem de dinheiro

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Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valor
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Na operação, a PF apreendeu carros e relógios de luxo, cartões, armas e outros itens de valor

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Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulista
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Um dos alvos da operação é o cantor de funk MC Ryan SP, que foi preso em Bertioga, litoral paulista

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São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária
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São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária

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Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão
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Polícia Federal acredita que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 1,6 bilhão

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Foram determinadas medidas de constrição patrimonial e o sequestro de bens
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Foram determinadas medidas de constrição patrimonial e o sequestro de bens

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Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos
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Além dos itens de luxo, foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos

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A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal
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A ação acontece simultaneamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal

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A operação

A ação policial deflagrada pela PF nesta quarta-feira (15) mira uma associação criminosa suspeita de ocultar e dissimular recursos por meio de empresas, terceiros e transações com criptoativos.

A investigação da PF apura um esquema de lavagem de dinheiro com movimentações superiores a R$ 1,6 bilhão, incluindo operações no exterior.

Segundo a corporação, o grupo utilizava mecanismos sofisticados para ocultar valores, como movimentações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e uso de criptoativos.

Mais de 200 policiais federais participam da operação, que cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 mandados de prisão temporária.

As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos (SP) e são cumpridas em diversas unidades da Federação, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal.

Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas.

Em nota, a defesa de Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, esclarece que seu vínculo com os fatos investigados decorre, exclusivamente, da prestação de serviços publicitários por meio de sua empresa, responsável pela comercialização de espaço de divulgação digital. “Os valores por ele recebidos referem-se a serviços efetivamente prestados de publicidade e marketing, atividade lícita e regularmente exercida há anos. Raphael não integra organização criminosa, não participou de qualquer esquema ilícito e jamais exerceu função diversa da veiculação publicitária contratada.”

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