
Mirelle PinheiroColunas

Relembre polêmicas de MC Ryan SP e Poze do Rodo, presos pela PF
Os funkeiros foram presos pela Polícia Federal nesta quarta-feira (15/4). Esta não é a primeira vez que Ryan e Poze são alvo da Justiça
atualizado
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Além de terem sido presos durante operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta quarta-feira (15/4), os funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo têm, em comum, um histórico criminal repleto de polêmicas.
Esta não é a primeira vez que os cantores são algemados. Entre os casos recentes, Ryan foi preso após realizar manobras com uma Lamborghini dentro de um estádio, episódio que terminou com o pagamento de fiança de R$ 1 milhão.
Antes disso, o artista se envolveu em uma polêmica de repercussão nacional após a divulgação de um vídeo que mostraria agressão contra a ex-namorada, além de outras ocorrências relacionadas à direção perigosa.
No caso de Poze, esta é a terceira vez que o artista vai parar na prisão. Em 2019, ele foi detido durante um show por apologia ao crime. Em 2024, voltou a ser alvo de investigação na Operação Rifa Limpa, da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).
Em maio de 2025, Poze foi preso sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas e apologia ao crime. As investigações apontaram que o artista utilizava sua imagem para se associar a membros do Comando Vermelho (CV), promovendo mensagens consideradas como incentivo à facção.
Operação Narcofluxo
A ação policial deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (15) mira uma associação criminosa suspeita de ocultar e dissimular recursos por meio de empresas, terceiros e transações com criptoativos.
A investigação da PF apura um esquema de lavagem de dinheiro com movimentações superiores a R$ 1,6 bilhão, incluindo operações no exterior.
Segundo a corporação, o grupo utilizava mecanismos sofisticados para ocultar valores, como movimentações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e uso de criptoativos.
Mais de 200 policiais federais participam da operação, que cumpre 45 mandados de busca e apreensão e 39 mandados de prisão temporária.
As ordens judiciais foram expedidas pela 5ª Vara Federal de Santos (SP) e são cumpridas em diversas unidades da Federação, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal.
Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas.


















