Mirelle Pinheiro

PF ataca “hub” do contrabando de eletrônicos que abastecia 3 estados. Veja vídeo

Celulares, cigarros estrangeiros e dispositivos eletrônicos para fumo estavam entre os principais itens contrabandeados

atualizado

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PF ataca “hub” do contrabando que abastecia três estados
1 de 1 PF ataca “hub” do contrabando que abastecia três estados - Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (10/12), a Operação Vectris, para desarticular uma organização criminosa responsável por montar uma verdadeira “central logística” de contrabando e descaminho, com base em Curitiba (PR) e ramificações na fronteira e no Sudeste do país.


Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, duas prisões preventivas e ordens de sequestro de bens, entre imóveis e veículos, usados para lavar o dinheiro do esquema.

Segundo as investigações, o grupo operava como uma empresa, recebia cargas ilícitas enviadas da região de fronteira, retirava os pacotes em transportadoras usando destinatários simulados e, em seguida, redistribuía os produtos para centros clandestinos em São Paulo e Santa Catarina.

Celulares, cigarros estrangeiros e dispositivos eletrônicos para fumo estavam entre os principais itens contrabandeados.

Os investigadores identificaram que o núcleo paranaense fazia o gerenciamento completo das mercadorias: catalogava cargas, controlava o fluxo de estoque e articulava a remessa para outros estados.

Fraudes fiscais e movimentação milionária

As cargas chegavam ao país encobertas por notas fiscais com conteúdo falso ou ideologicamente inverídico, fabricadas para ocultar a real natureza dos produtos.

A PF estima que o grupo movimentava mais de R$ 10 milhões por ano, considerando o volume e a frequência das remessas detectadas ao longo das investigações.

Segundo as apurações da PF a rota do contrabando funcionava assim:
• Fronteira: integrantes remetiam os produtos contrabandeados por transportadoras.
• Curitiba: núcleo operacional recebia as mercadorias com documentos fraudulentos.
• Sudeste e Sul: vans levavam as cargas para centros de vendas clandestinas em SP e SC.

A operação contou com o apoio da Receita Federal e da Guarda Municipal de São José dos Pinhais, que auxiliaram no rastreamento das remessas e na identificação das empresas usadas como fachada.

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