Mirelle Pinheiro

Quem é Tiriça, inimigo de Marcola, punido por causa de osso de frango

O criminoso cumpre pena na Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Ele já integrou a cúpula do PCC, mas acabou expulso

atualizado

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ExPCC
1 de 1 ExPCC - Foto: Arte/Metrópoles

Condenado a mais de 70 anos de prisão, Roberto Soriano (foto em destaque), de 51 anos, conhecido como Tiriça, cumpre pena no Sistema Penitenciário Federal desde 2012. Atualmente, ele está detido na Penitenciária Federal de Mossoró (RN) e foi colocado em regime de isolamento disciplinar após agentes encontrarem um osso de galinha afiado escondido em sua cela.

Soriano já compôs a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), mas protagonizou um racha com o líder máximo da facção, Marco Herbas Willian Camacho, o Marcola.

O que fez a amizade se converter em rivalidade foi o vazamento da gravação de um diálogo entre Marcola e um policial penal federal na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO). Na ocasião, Marcola classificou Tiriça como um “psicopata”.

A declaração foi usada por promotores durante o julgamento de Roberto Soriano. O criminoso acabou condenado a 31 anos e 6 meses de prisão, em 2023, por ser o mandante do assassinato da psicóloga Melissa de Almeida Araújo.

Quem é Tiriça, inimigo de Marcola, punido por causa de osso de frango - destaque galeria
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Soriano e Marcola protagonizaram o maior racha da história da facção
Marcola foi absolvido dos crimes investigados no âmbito desta apuração
Marcola está na Penitenciária Federal do DF
Marcola está preso há 26 anos
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Marcola está preso há 26 anos

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Soriano e Marcola protagonizaram o maior racha da história da facção
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Soriano e Marcola protagonizaram o maior racha da história da facção

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Marcola foi absolvido dos crimes investigados no âmbito desta apuração
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Marcola foi absolvido dos crimes investigados no âmbito desta apuração

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Marcola está na Penitenciária Federal do DF
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Marcola está na Penitenciária Federal do DF

Hugo Barreto/ Metrópoles

O assassinato da psicóloga

Melissa Almeida, 37 anos, atuava na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR) quando foi assassinada a tiros em 25 de maio de 2017.

O assassinato aconteceu em Cascavel logo após Melissa buscar o seu filho, de apenas 1 ano, na escola. A vítima foi atingida por disparos no rosto.

De acordo com as apurações da Polícia Federal, o motivo do assassinato de Melissa foi seu status como servidora da Segurança Pública. Acredita-se que os criminosos a selecionaram por ser considerada um alvo vulnerável, pois não possuía porte de arma de fogo.

Soriano foi apontado como mandante da execução. Em agosto de 2023, ele foi condenado a 31 anos e 6 meses pela morte da psicóloga.

Somadas, as penas de Soriano ultrapassam 75 anos de prisão.

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