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Mirelle Pinheiro

Tiriça, inimigo nº 1 de Marcola, é punido no presídio; saiba motivo

Roberto Soriano deverá permanecer isolado, na Penitenciária Federal de Mossoró (RN), por 30 dias

atualizado

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Roberto Soriano, um dos integrantes expulsos do PCC: MPSP investiga caso - Metrópoles
1 de 1 Roberto Soriano, um dos integrantes expulsos do PCC: MPSP investiga caso - Metrópoles - Foto: Divulgação/SSP-SP

O criminoso Roberto Soriano (foto em destaque), de 51 anos, conhecido como Tiriça, foi colocado em regime de isolamento disciplinar após agentes encontrarem um osso de galinha afiado escondido em sua cela, na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte (RN).

O pedaço de osso havia sido amolado e poderia provocar lesões se fosse usado contra alguém. A punição foi aplicada justamente porque a “arma caseira” poderia ser usada por Soriano para fazer alguém de refém.

O ex-integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) começou a cumprir o castigo na última terça-feira (11/11). Ele permanecera isolado durante um mês, sem receber visitas e sem direito ao banho de sol diário de duas horas.

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Soriano e Marcola protagonizaram o maior racha da história da facção
Marcola, chefe do PCC
Marcola chamou Soriano de "psicopata"
Marcola é apontado como chefe do PCC
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Marcola é apontado como chefe do PCC

Arquivo pessoal
Soriano e Marcola protagonizaram o maior racha da história da facção
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Soriano e Marcola protagonizaram o maior racha da história da facção

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Marcola, chefe do PCC
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Marcola, chefe do PCC

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Marcola chamou Soriano de "psicopata"
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Marcola chamou Soriano de "psicopata"

Hugo Barreto/Metrópoles

Rival de Marcola

Considerado o rival número 1 de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, Soriano já integrou a cúpula da facção e era considerado o “número 2” até protagonizar um racha com o líder máximo.

No início do ano passado, a facção paulista viveu a pior crise dos últimos 30 anos. Com o racha na cúpula, houve uma intensa troca de acusações entre Marcola e o trio conhecido como a “ala terrorista” do PCC, composto por Soriano, Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, e Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho.

À época, informações do Ministério Público de São Paulo (MPSP) revelaram que os três criminosos tentaram expulsar Marcola do PCC e decretaram sua morte. Contudo, criminosos ligados a Marcola determinaram a exclusão e a execução do trio por motivos de calúnia e traição.

O estopim da guerra ocorreu em 2022, quando um diálogo entre Marcola e um policial penal federal foi gravado na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO). Na ocasião, o detento chegou a afirmar que Tiriça era um “psicopata”.

A declaração foi usada por promotores durante o julgamento de Roberto Soriano. O criminoso acabou condenado a 31 anos e 6 meses de prisão, em 2023, por ser o mandante do assassinato da psicóloga Melissa de Almeida Araújo.

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