Mirelle Pinheiro

RS: criminosos articulavam ataques contra policiais e membros do MP

Dez pessoas foram presas nesta segunda-feira (17/11), e três veículos, drogas e aparelhos celulares apreendidos

atualizado

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1 de 1 WhatsApp Image 2025-11-17 at 11.46.00 - Foto: Divulgação/PCRS

Dez pessoas foram presas nesta segunda-feira (17/11), durante a Operação Sentinela, desencadeada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS). A ação, voltada a desarticular o núcleo logístico e financeiro de uma organização criminosa ligada ao narcotráfico, também apreendeu três veículos, drogas e aparelhos celulares.

Segundo a investigação, integrantes do grupo planejavam ataques contra policiais e membros do Ministério Público. A organização movimentou cerca de R$ 3 milhões por meio de um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro.

Ao todo, 70 agentes cumpriram 29 medidas cautelares, incluindo bloqueio de contas bancárias, indisponibilidade de veículos e mandados de busca e apreensão. Os alvos são gerentes da facção, sediada no Vale dos Sinos, que possuem ligação com líderes presos na Operação Borgata, deflagrada em 2019, quando mais de R$ 10 milhões foram sequestrados.

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O grupo chegou a movimentar R$ 3 milhões.
O  grupo planejava atentado contra autoridades públicas do estado
 Ao todo, 70 policiais cumpriram 29 medidas cautelares, sendo sete bloqueios de contas bancárias e sete veículos com ordem de indisponibilidade e mandados de busca e apreensão
Dez pessoas foram presas nesta segunda-feira (17/11),  e três veículos, drogas e aparelhos celulares apreendidos
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O grupo chegou a movimentar R$ 3 milhões.
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O grupo chegou a movimentar R$ 3 milhões.

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O  grupo planejava atentado contra autoridades públicas do estado
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O grupo planejava atentado contra autoridades públicas do estado

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 Ao todo, 70 policiais cumpriram 29 medidas cautelares, sendo sete bloqueios de contas bancárias e sete veículos com ordem de indisponibilidade e mandados de busca e apreensão
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Ao todo, 70 policiais cumpriram 29 medidas cautelares, sendo sete bloqueios de contas bancárias e sete veículos com ordem de indisponibilidade e mandados de busca e apreensão

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Modus operandi

O grupo utilizava o sistema financeiro para lavar dinheiro e inserir ativos ilícitos na economia formal por meio da compra de veículos. As movimentações eram estruturadas para dificultar o rastreamento, envolvendo pulverizações, “smurfings”, triangulações, fracionamento de valores, contas de terceiros e contas de passagem, além do uso de empresas.

Além da lavagem de dinheiro e organização criminosa, os suspeitos também são investigados por coação no curso do processo.

O delegado Alencar Carraro destacou que a operação atinge operadores da alta cúpula do narcotráfico gaúcho e reforça o combate a ameaças contra autoridades públicas. Já o delegado Carlos Henrique Wendt, diretor-geral do Denarc, afirmou que qualquer menção a atentados será apurada com rigor: “Os envolvidos serão exemplarmente responsabilizados nos termos da lei”.

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