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Mirelle Pinheiro

PF apura desvios de R$ 2 milhões no Conselho Regional de Química do RS

O afastamento do sigilo bancário identificou, pelo menos, R$ 2 milhões em desvios

18/11/2025 13:03
Divulgação/PF
PF faz operação no Conselho Regional de Química da 5ª Região (CRQ-V)

Uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (18/11), em Porto Alegre (RS), para reprimir desvios de recursos públicos no âmbito do Conselho Regional de Química da 5ª Região (CRQ-V).

O inquérito policial revelou que o CRQ-V transferia grandes quantias de verbas públicas para pessoas jurídicas que, posteriormente, transferiam os mesmos recursos para contas de pessoas físicas vinculadas à gestão da autarquia. O afastamento do sigilo bancário identificou, ao menos, R$ 2 milhões em desvios.

Medidas cautelares criminais, anteriores à deflagração da operação, revelaram o uso de um sindicato, de uma associação e de uma instituição sem fins lucrativos, todas pessoas jurídicas de direito privado e controladas por gestores do referido conselho, para instrumentalizar os desvios de recursos.

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As buscas visaram identificar outros elementos de prova e informação, além de apurar outros desvios ainda não detectados
O cumprimento das medidas cautelares foi autorizado pelo Juízo da 22ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Porto Alegre
O afastamento do sigilo bancário identificou, pelo menos, R$ 2 milhões de desvios
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O cumprimento das medidas cautelares foi autorizado pelo Juízo da 22ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Porto Alegre
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O cumprimento das medidas cautelares foi autorizado pelo Juízo da 22ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Porto Alegre

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Operação Corrosivos

A ação policial, batizada de Operação Corrosivos, contou com o cumprimento de dez mandados de busca e apreensão, o sequestro de três veículos, a indisponibilidade de um bem imóvel, três suspensões do exercício da função pública, bem como a proibição de acesso ou frequência à sede da autarquia federal.

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As buscas visaram identificar outros elementos de prova e informação, além de apurar outros desvios ainda não detectados.

O cumprimento das medidas cautelares foi autorizado pelo Juízo da 22ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Porto Alegre.

Os investigados poderão responder pelos crimes de peculato, falsificação de documento público, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.