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Mirelle Pinheiro

PCPR investiga homem que xingou e cuspiu em filha de ministro do STF

Suspeito chamou a filha de Edson Fachin de “lixo comunista. À coluna, a SESP-PR confirmou que investiga o caso

15/09/2025 17:36, atualizado 15/09/2025 18:55
Reprodução/ Redes sociais
Foto colorida de Melina Fachin - Metrópoles

A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (SESP-PR) confirmou à coluna que investiga o homem que cuspiu e xingou a filha do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. Durante o episódio, que ocorreu na sexta-feira (12/9), Melina Fachin (foto em destaque) foi chamada de “lixo comunista”. A idade dele não foi revelada.

As agressões verbais ocorreram no campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde Melina atua como professora e diretora da Faculdade de Direito.

De acordo com o esposo de Melina, o advogado Marcos Gonçalves, um homem branco aproximou-se de Melina e, sem se identificar, desferiu uma cusparada e xingou-a de “lixo comunista”.

“Esta violência é fruto da irresponsabilidade e da vilania de todos aqueles que se alinharam com o discurso de ódio propalado desde o esgoto do radicalismo de extrema direita, que pretende eliminar tudo que lhe é distinto”, escreveu Gonçalves em nota divulgada nas redes sociais.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil disse que: “A entidade repudia veementemente o episódio, que afronta valores essenciais da vida democrática. A democracia exige o respeito às liberdades, ao pluralismo e à convivência pacífica, sobretudo no espaço acadêmico, que deve ser preservado como ambiente de diálogo e de construção do conhecimento — jamais como palco para violência, intolerância ou tentativas de silenciamento”.

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