Nunes Marques acompanha central que monitora crimes eleitorais no país.
O ministro do STF esteve no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional ao lado de Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF
04/10/2026 14:08, atualizado 04/10/2026 14:14

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esteve, neste domingo (4/10), na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em visita ao Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICC), que monitora ocorrências de crimes eleitorais em tempo real em todo o país.
Também visitaram o local, ao lado do ministro, Ademar Borges de Sousa Filho, secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP); Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal (PF); e Antônio Fernando Souza Oliveira, diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Na visita, Nunes Marques afirmou que as eleições 2026 registravam, até aquele momento, pouquíssimos incidentes e que as operações da PF funcionavam perfeitamente. “É pedir a Deus que o dia continue assim e que a gente encerrar mais esse capítulo da democracia brasileira”, finalizou.
A central de monitoramento
No CICCN, as ocorrências são acompanhadas em tempo real, com atualização dos painéis e produção periódica de relatórios.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Mirelle PinheiroAs informações da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também integram o monitoramento.
Até as 12h30 deste domingo (4/10), haviam sido instaurados seis inquéritos policiais e lavrados 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar a prática de crimes eleitorais.
As ocorrências foram registradas nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Distrito Federal, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraíba.
Até a publicação do balanço, 59 pessoas haviam sido conduzidas, além de terem sido apreendidos R$ 789.828,50 em bens e valores, sendo R$ 383.627,50 em espécie.
Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.





