Milena Teixeira

PL Antifacção tranca pauta e terá que ser votado na volta do Carnaval

PL Antifacção tranca a pauta da Câmara dos Deputados e terá que ser votado na volta do Carnaval; governo avalia reação

atualizado

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Deputado Guilherme Derrite (PP)
1 de 1 Deputado Guilherme Derrite (PP) - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O PL da Antifacção está trancando a pauta da Câmara dos Deputados e, por isso, terá de ser analisado pelos parlamentares após o Carnaval, a partir da próxima semana.

A proposta tramita em regime de urgência. De acordo com o regimento da Casa, esse instrumento bloqueia a pauta e impede a votação de outras matérias enquanto os itens considerados prioritários não forem apreciados.

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Relator do PL Antifacção na Câmara, deputado Guilherme Derrite
O deputado Guilherme Derrite PP-SP, relator do PL Antifacção, deixa o plenário da Câmara dos Deputados
Presidente da Câmara, Hugo Motta
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Presidente da Câmara, Hugo Motta

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Relator do PL Antifacção na Câmara, deputado Guilherme Derrite
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Relator do PL Antifacção na Câmara, deputado Guilherme Derrite

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O deputado Guilherme Derrite PP-SP, relator do PL Antifacção, deixa o plenário da Câmara dos Deputados
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O deputado Guilherme Derrite PP-SP, relator do PL Antifacção, deixa o plenário da Câmara dos Deputados

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Segundo apurou a coluna, a equipe de articulação do governo já está ciente do cenário e avalia estratégias para evitar que o parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator do projeto, seja levado ao plenário.

Fontes do Palácio do Planalto afirmam que, até o momento, a intenção do governo não é retirar o regime de urgência da matéria. Também não há, por ora, qualquer acordo firmado com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O projeto foi aprovado em dezembro de 2025 no Senado Federal após um acordo firmado entre o governo e o relator da matéria na Casa Alta, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

Como sofreu alterações durante a tramitação entre os senadores, o texto, que prevê o aumento das penas, podendo chegar a até 60 anos de prisão para lideranças criminosas, precisará retornar à Câmara para nova análise.

A versão aprovada no Senado foi elaborada com uma série de mudanças em relação ao texto anteriormente analisado pelos deputados, de autoria do deputado Derrite.

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