Manoela Alcântara

Relator da CPMI do INSS diz ter sugerido a Mendonça “rezar muito”. Veja vídeo

Relatório rejeitado da CPMI foi entregue a Mendonça e Fux no STF por parlamentares da oposição

atualizado

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, comissão durante o depoimento de Igor Dias Delecrode, ex-dirigente da Aasap Metrópoles 3
1 de 1 O deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, comissão durante o depoimento de Igor Dias Delecrode, ex-dirigente da Aasap Metrópoles 3 - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, afirmou que sugeriu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que “rezasse muito” e pedisse “proteção a Deus”, pois o magistrado estaria sendo pressionado.

Em encontro com Mendonça, relator dos inquéritos da Farra do INSS e do caso Master, Gaspar disse que fez a mesma sugestão a ele e ao ministro Luiz Fux após entregar o relatório rejeitado da comissão.

“Sugeri ao ministro que rezasse muito e pedisse proteção a Deus. Os ministros André Mendonça e Luiz Fux estão sofrendo pressões absolutas. Eles estão ao lado do povo brasileiro para botar essa bandidagem de colarinho engomado, branca e rica, na cadeia”, disse.

Gaspar prosseguiu: “Não precisa confirmar [que estão sendo pressionados]. Os olhos marejados quando a gente deseja boa sorte e orações, a gente sabe. A gente sentiu na CPMI”.

Além do relator, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (PSD-MG), também compareceu ao Supremo acompanhado de outros parlamentares da oposição ao governo Lula.

A medida ocorre após a bancada governista ter apresentado, presencialmente, o relatório paralelo ao ministro na última semana.

O relatório da dupla acabou sendo rejeitado, concluindo-se, assim, os trabalhos da CPI sem um relatório final. O parecer foi rejeitado na madrugada de 28 de março por 19 a 12 votos.

Conforme mostrou a coluna, o relatório da base governista foi encaminhado por Mendonça à Polícia Federal (PF), que avaliará se os dados reunidos pelos parlamentares podem ou não ser aproveitados.

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