Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube

Apuração pelo Brasil

Eleições 2026Manoela Alcântara

Dino parabeniza vencedores e comemora eleições: "Certeza que outras virão"

Em post no Instagram, Dino defendeu persistência democrática e fez apelo pelo fim da violência política após eleições de 2026

26/10/2026 13:02
Hugo Barreto/Metrópoles
Flávio Dino

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicou uma mensagem de reflexão sobre o encerramento do processo eleitoral de 2026. Ele prestou homenagem aos candidatos vencedores em âmbito federal e estadual e comemorou a democracia a partir das eleições: “Certeza que outras virão“.

Na publicação no Instagram, Dino relembrou sua trajetória como ex-governador, ex-senador e ex-deputado federal para destacar a honra de receber a confiança popular e a importância do exercício dos mandatos dentro dos limites fixados pela Constituição Federal.

Ao citar sua participação na campanha das Diretas Já, em 1984, o ministro celebrou a realização de mais um pleito presidencial sem rupturas institucionais, afirmando que a persistência democrática no Brasil deve ser constantemente enaltecida.

Dino ressaltou ainda que a Carta Magna protege o pluralismo político (artigo 1º, V), exigindo respeito mútuo entre os cidadãos.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Manoela Alcântara

Condutas ilegais

Enfatizou ainda que práticas violentas — como agressões, tiros, uso de chicotes, pessoas acorrentadas, símbolos nazistas e coações — constituem condutas ilegais e não podem voltar a ter espaço nos processos eleitorais do país.

Na condição de integrante do Poder Judiciário, o ministro defendeu que os agentes políticos estabeleçam caminhos de governança voltados à criação de políticas públicas para a população mais pobre, classificada por ele como a destinatária prioritária da proteção constitucional.

Dino concluiu ainda com um chamado à sociedade civil, aos agentes de mercado, trabalhadores, empresas de mídia e líderes religiosos para que promovam mensagens de paz e ponderação diante de um cenário global conflagrado.

Segundo o ministro, o Constitucionalismo Social e Liberal consagrado pela Constituição de 1988 deve continuar sendo o mapa para o futuro do país. Veja publicação: