Cármen pede a Fachin que adie julgamento sobre lei que afeta Buser
Caso recomeçaria do zero nesta quarta-feira (26/8). Relatora quer abrir prazo para manifestação das partes contrárias ao recurso

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, que adie o julgamento sobre as regras do transporte por fretamento em Minas Gerais, em um caso que envolve a Buser.
O processo está na pauta do plenário para a tarde desta quarta-feira (26/8). Cármen defendeu que as partes contrárias ao recurso apresentado pelo partido Novo tenham prazo para se manifestar antes da retomada da análise.
“Considerando o reinício de julgamento em razão do pedido de destaque, impõe-se garantir aos embargados o exercício do contraditório e da ampla defesa, deferindo o pleito de prazo para contrarrazões e recomeço do trâmite do recurso”, escreveu Cármen em decisão proferida nesta terça-feira (25/8).
Com isso, a ministra pediu o adiamento e que o processo seja novamente incluído em pauta após a apresentação das manifestações.
O julgamento recomeçaria do zero e discutiria a validade de uma lei de Minas Gerais que restringe o fretamento de ônibus por aplicativos.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Manoela AlcântaraO caso era analisado no plenário virtual, mas foi levado ao plenário físico após pedido de destaque de Fachin.
O Partido Novo apresentou recurso contra a decisão que manteve a legislação estadual. A Buser atua como interessada no processo.
Fachin ainda não analisou o pedido de adiamento apresentado pela ministra.




