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Leo Dias

A Fazenda 12: psicóloga analisa novo surto de Raissa com Carol Narizinho

A peoa praticamente voou por cima das camas para confrontar a ex-panicat

12/10/2020 16:52, atualizado 12/10/2020 17:53
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Reprodução/ Record
A Fazenda 12: psicóloga analisa novo surto de Raissa com Carol Narizinho

Na noite desse domingo (11/10), Raissa Barbosa brigou com Carol Narizinho. A discussão teria começado depois que a ex-miss bumbum chamou a ex-Panicat de “patricinha” e teve direito a correria, pulos por cima da cama, chutes em cadeira e socos no sofá.

Essa não é primeira vez que a peoa protagoniza um surto no reality e a coluna Leo Dias pediu a uma especialista para analisar esse novo episódio. Raissa já disse ter Transtorno de Personalidade Borderline que, segundo a psicóloga Rosangela Silva, em geral é caracterizado por um padrão persistente que se desvia acentuadamente dos comportamentos de convivência saudável nas relações pessoais e sociais.

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e é ex-panicat
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Carol estava com o namorado, Gustavo Fischer e precisou chamar outro carro
Ela sofre da Síndrome de Borderline
Ela esteve em A Fazenda
Ela protagonizou um barraco com Carol Narizinho
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Ela protagonizou um barraco com Carol Narizinho

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Carol estava com o namorado, Gustavo Fischer e precisou chamar outro carro
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Carol estava com o namorado, Gustavo Fischer e precisou chamar outro carro

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Ela sofre da Síndrome de Borderline
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Ela sofre da Síndrome de Borderline

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Ela esteve em A Fazenda
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Ela esteve em A Fazenda

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Ela esteve em A Fazenda 12
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Ela esteve em A Fazenda 12

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Ela é ex-panicat
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Ela é ex-panicat

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“O indivíduo percebe e interpreta a si mesmo, outras pessoas e eventos de forma desadaptada da realidade, causando conflitos emocionais e severo desequilíbrio psíquico. Predomina no pensamento desse paciente a desconfiança e ideias invasivas de que as pessoas conspiram contra ele com maldade”, afirma a psicóloga.

No caso recente, Narizinho soltou: “A pessoa, quando não tem cabeça, não adianta explicar”. Isso fez com que Barbosa praticamente voasse em cima da ex-panicat. Ela pulou três camas – literalmente – até chegar em Narizinho. “Tá falando que eu não tenho cabeça? Tá falando que eu não tenho cabeça?”, esbravejou Raissa.

Segundo a psicóloga, essa suspeita, sem fundamento, de estar sendo perseguido e maltratado desencadeia um comportamento descontrolado de impulsividade e raiva culminando em atitudes de violência emocional e até física.

“Expor esses pacientes a ambientes e situações estressantes é provocar episódios de surto com consequências penosas e intenso sofrimento psíquico, necessitando de intervenção medicamentosa e até hospitalar quando for o caso”, analisa.

“O Transtorno Bordeline, por ser um transtorno na fronteira entre a razão e a desrazão pode ser interpretado por pessoas leigas com excentricidade da personalidade, motivo pelo qual é necessário a avaliação e intervenção de profissional da área de saúde mental”, finaliza.