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Vice de Flávio: PGR pediu diligências em maio, mas STF só enviou ontem

PGR fez pedido de diligências em 21 de maio, mas STF só acionou a PF na quarta-feira (5/8), após Gaspar ser anunciado como vice de Flávio

06/08/2026 11:07, atualizado 06/08/2026 11:33
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu, desde maio, diligências da Polícia Federal (PF) sobre o pedido de abertura de inquérito contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que será vice de Flávio Bolsonaro (PL), por suposto crime de estupro de vulnerável.

Segundo fontes da PGR ouvidas pela coluna, o pedido foi encaminhado pelo órgão ao STF em 21 de maio. A PF, contudo, só recebeu a solicitação na quarta-feira (5/8), após Gaspar ser anunciado por Flávio como candidato a vice-presidente.

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Alfredo Gaspar (PL-AL), foi relator da CPMI do INSS
Alfredo Gaspar (PL-AL), foi relator da CPMI do INSS
Flávio Bolsonaro define Alfredo Gaspar como vice em chapa puro-sangue
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Flávio Bolsonaro define Alfredo Gaspar como vice em chapa puro-sangue

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Alfredo Gaspar (PL-AL), foi relator da CPMI do INSS
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Alfredo Gaspar (PL-AL), foi relator da CPMI do INSS

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Alfredo Gaspar (PL-AL), foi relator da CPMI do INSS

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A denúncia contra o vice de Flávio foi apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Os parlamentares anunciaram a acusação em 27 de março, último dia da CPMI do INSS no Congresso Nacional, da qual Gaspar era relator.

No fim de abril, a corporação apresentou ao Supremo o pedido de abertura de inquérito. O caso caiu nas mãos do ministro Gilmar Mendes, atual decano da Corte. O magistrado pediu posição da PGR. O órgão, contudo, até o momento não emitiu parecer.

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De acordo com interlocutores do procurador-geral da República, Paulo Gonet, a PGR só pretende se pronunciar sobre o pedido de abertura de inquérito após receber o resultado das diligências. Gilmar também indicou que só decidirá após receber o parecer de Gonet.

A interlocutores, Gilmar informou que o intervalo entre o pedido de diligências feito pela PGR e o envio da solicitação à PF se deve a questões de tramitação dos processo dentro do Supremo. A Corte ficou de recesso durante todo o mês de julho.