Igor Gadelha

Plano de Sidônio sobre segurança enfrenta resistência no governo Lula

Em reunião com Lula, ministro da Secom, Sidônio Palmeira, apresentou plano para governo reagir à operação contra o Comando Vermelho no Rio

atualizado

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Ministro da Secom, Sidônio Palmeira, acompanha a primeira coletiva de imprensa de 2025 do Presidente Lula - Metrópoles
1 de 1 Ministro da Secom, Sidônio Palmeira, acompanha a primeira coletiva de imprensa de 2025 do Presidente Lula - Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Integrantes do governo Lula estão divididos sobre o plano do ministro da Secom, Sidônio Palmeira, para reagir à operação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro.

Durante reunião com Lula em Belém na terça-feira (4/11), Sidônio apresentou ao presidente e a outros integrantes do governo o projeto “Aliança Contra o Crime pela Paz”.

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Presidente Lula e o ministro da Secom, Sidônio Palmeira
Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC
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Sidônio Palmeira e o presidente Lula
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Sidônio Palmeira e o presidente Lula

Ricardo Stuckert/PR
Presidente Lula e o ministro da Secom, Sidônio Palmeira
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Presidente Lula e o ministro da Secom, Sidônio Palmeira

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Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC
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Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
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Conforme revelado pela colunista Mônica Bergamo e confirmado pelo Metrópoles, o plano prevê um conjunto de ações e conceitos que poderiam reposicionar o governo Lula no tema.

A ideia do projeto seria explorar ações concretas do governo para apreensão de drogas, construção de centros integrados de segurança e investigações contra organizações criminosas.

Uma ala do governo, porém, não se entusiasmou com a ideia. Uma das principais resistências se deve à sugestão de Sidônio para que o ministro da Casa Civil, Rui Costa, coordene o plano.

A proposta de Sidônio enfrenta resistência no Ministério da Justiça e Segurança Pública. A avaliação é de que o plano de ter Rui como coordenador enfraqueceria o ministro Ricardo Lewandowski.

Outros auxiliares de Lula lembram que o chefe da Casa Civil deve deixar o cargo em abril de 2026, para disputar as eleições na Bahia, o que poderia comprometer a coordenação do projeto.

Há ainda uma ala do governo que avalia que o plano poderia trazer o problema da segurança pública, que é atribuição principalmente dos governos estaduais, para o colo de Lula em pleno ano eleitoral.

O próprio presidente, de acordo com relatos, apenas ouviu a apresentação de Sidônio e não deu encaminhamento. A ideia é que ele só volte a discutir o tema após terminar sua participação na COP30.

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