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Igor Gadelha

PGR pediu ação contra servidores acusados de violar dados de ministros

Coluna apurou que pedidos de medidas cautelares contra quatro servidores suspeitos de violarem dados dos ministros do STF partiram da PGR

17/02/2026 10:42, atualizado 17/02/2026 10:57
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Divulgação/ Polícia Federal
Imagem colorida mostra viaturas pretas com inscrição Polícia Federal nas laterais - Metrópoles

Partiram da Procuradoria-Geral da República (PGR) os pedidos de medidas cautelares contra quatro servidores públicos suspeitos de violarem dados de ministros do STF e de seus familiares.

Segundo apurou a coluna, em acordo com a Polícia Federal (PF), a PGR protocolou representação pedindo ao ministro Alexandre de Moraes que autorizasse as ações contra os servidores públicos.

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Operação Expurgo, da PF
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Ministro Alexandre de Moraes, do STF
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Ministro Alexandre de Moraes, do STF

Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Operação Expurgo, da PF
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Operação Expurgo, da PF

Divulgação/ Polícia Federal
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Divulgação/PF

As representações foram apresentadas pela PGR no âmbito do chamado inquérito das fake news. A investigação tem Moraes como relator e tramita sob sigilo no Supremo há anos.

Em sua decisão, Moraes determinou o afastamento dos servidores das funções públicas, cancelou os passaportes deles, os proibiu de deixar o Brasil e ordenou que usassem tornozeleira eletrônica.

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Conforme revelou a coluna, Moraes ainda determinou a quebra dos sigilos dos quatro servidores para apurar se eles receberam dinheiro — e quem teria pago — para acessarem os dados.