Igor Gadelha

Ministro pede fim das emendas obrigatórias por “presidencialismo”

Em entrevista, ministro Paulo Teixeira diz que Lula terá de buscar alas do União Brasil e do PP e pede fim das emendas obrigatórias

atualizado

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Entrevista no estudio Metropoles Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar é Paulo Teixeira 6
1 de 1 Entrevista no estudio Metropoles Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar é Paulo Teixeira 6 - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, defendeu, em entrevista exclusiva à coluna nesta quarta-feira (1º/10), o fim das emendas parlamentares obrigatórias em prol do “presidencialismo de coalizão”.

Teixeira, que é deputado federal licenciado, afirmou que, do jeito que está, as emendas obrigatórias acabam com o “orçamento público” e inviabilizam qualquer possibilidade de o Executivo formar uma base no Congresso.

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“Tem que aperfeiçoar o presidencialismo de coalizão. E gostaria de trazer um tema polêmico aqui: eu sou favorável ao fim das emendas parlamentares obrigatórias. Porque acaba com o Parlamento, acaba com o presidencialismo de coalizão, acaba com o orçamento público. Há uma captura e uma pulverização do orçamento. Então, para aperfeiçoar o sistema presidencialista, considerado de coalizão no Brasil, é necessário acabar com as emendas parlamentares obrigatórias.”

A fala de Teixeira surgiu após questionamento sobre o espaço para partidos de centro caso Lula se reeleja presidente em 2026. Segundo o ministro, o petista terá de buscar apoio em segmentos do União Brasil e do PP após as eleições.

Os dois partidos, que possuem ministérios no governo, já anunciaram que estão “desembarcando” e devolverão para Lula os ministérios do Turismo e do Esporte, comandados, respectivamente, por Celso Sabino e André Fufuca.

“O segmento do União Brasil que apoia o presidente Lula vai apoiá-lo nas eleições. O segmento do PP que apoia Lula vai apoiá-lo nas eleições. Mesmo que, formalmente, o União saia do governo, há muitos parlamentares do União que votam junto com o governo, e acho que eles vão continuar. Depois das eleições, vai ser preciso repetir esse desenho. Teremos os partidos que nos apoiaram, mas não creio que teremos maioria parlamentar com aqueles que não estiverem conosco”, afirmou.

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