
Igor GadelhaColunas

Ministro de Lula sobre Tarcísio: “Largou SP para cuidar de Bolsonaro”
Ministro de Lula, Paulo Teixeira afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, “abandonou” São Paulo para cuidar de Bolsonaro
atualizado
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O ministro Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) afirmou nesta quarta-feira (1º/10) que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) “abandonou” São Paulo para cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em entrevista à coluna, o auxiliar do presidente Lula citou o fato de Tarcísio ter faltado à posse do novo presidente do STF, ministro Edson Fachin, para visitar o ex-mandatário na segunda-feira (29/9).
“Eu vejo o governo Tarcísio de Freitas. Vejo que é um governo que abandonou São Paulo e cuida do Bolsonaro. Veja: qual foi o principal evento da última segunda-feira aqui em Brasília? Foi a posse do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e do vice-presidente, Alexandre de Moraes. Onde estava Tarcísio de Freitas? Em vez de ir à posse, representando o estado de São Paulo, porque ali, digamos, era um compromisso institucional, ele foi visitar um condenado pelo Supremo Tribunal Federal. E ele é um dos advogados dessa mobilização por um projeto de anistia”, criticou o ministro em entrevista à coluna.
Segundo o auxiliar de Lula, o atual governo paulista não tem conseguido conter os problemas na segurança pública e, por isso, outras instâncias têm atuado para conter o PCC.
“São Paulo enfrenta muitos problemas. Um dos principais é que o estado não está conseguindo combater o crime organizado. Mataram o ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, de forma bastante clara, em uma cidade do interior. Antes disso, houve aquele episódio no Aeroporto de Guarulhos, em que um delator do PCC foi assassinado, com possível envolvimento de policiais”, afirmou Teixeira.
O ministro seguiu: “Essa operação, realizada pela Receita Federal, pelo governo federal e pela Polícia Federal, em parceria com o Ministério Público de São Paulo, conseguiu desvendar um grande esquema de lavagem de dinheiro praticado pelo PCC, e não foi conduzida pelo governo do estado de São Paulo”.







