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Igor Gadelha

Mesmo com recuo do governo, Nikolas cogita vídeo sobre IOF

Com recuo apenas parcial da Fazenda, Nikolas Ferreira disse à coluna que ainda avalia gravar vídeo atacando governo por mudanças no IOF

23/05/2025 13:49, atualizado 23/05/2025 14:29
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O deputado de oposição Nikolas Ferreira discursa -- Metrópoles

Mesmo após o recuo parcial do Ministério da Fazenda, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ainda cogita gravar um vídeo atacando o governo pelo aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

À coluna, Nikolas afirmou que, assim como nos vídeos sobre o Pix e sobre o escândalo do INSS, pretende esperar a repercussão das mudanças no IOF nos próximos dias antes de decidir fazer a gravação.

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O deputado federal ficará no palco principal
O deputado federal Nikolas Ferreira  é aliado de Bolsonaro
Nikolas vai ministrar curso para empresárips
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O deputado federal ficará no palco principal
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O deputado federal Nikolas Ferreira  é aliado de Bolsonaro
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O deputado federal Nikolas Ferreira é aliado de Bolsonaro

Reprodução/YouTube Metrópoles
“Nunca faço vídeo de forma reativa. Tanto no vídeo do Pix, quanto no do INSS, sempre esperei alguns dias para a coisa ir engrossando, para as pessoas terem conhecimento, para vir fatos novos. Enfim, eu, de fato, vou avaliando. Não tenho outra fórmula. Até mesmo porque tem que dar tempo para as pessoas entenderem. Querendo ou não, muita gente não entende o que é taxar IOF. Muita gente não sabe o que é IOF”, disse o deputado à coluna.

Nikolas afirmou que, enquanto não bate o martelo se gravará ou não um vídeo a respeito do decreto do governo aumentando o imposto, vai avaliando os cenários e “afiando a faca”.

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Como noticiou a coluna, o recuo de parte do decreto do IOF foi defendido por integrantes da Secom por medo justamente de que Nikolas gravasse um vídeo viral sobre o tema.

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O recuo parcial do governo no IOF

Após repercussão negativa, o Ministério da Fazenda recuou da decisão de cobrar IOF para aplicações de fundos de investimentos nacionais no exterior. Hoje, essas operações são isentas do tributo.

O governo manteve, porém, uma das mudanças que atinge diretamente a classe média: o aumento do IOF para 3,5% em compras internacionais com cartões de crédito e de débito internacionais e cartões pré-pagos.