Impasse sobre relatoria do Caso Master atrasa delação de ex-dono da Reag
Ações sobre o Master estão retidas no STF após o presidente da Corte, Edson Fachin, puxar petições sobre o caso para o seu gabinete

O imbróglio envolvendo a relatoria do Caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) tem atrasado o avanço da delação premiada de João Carlos Mansur, ex-dono da gestora de fundos Reag.
O acordo de colaboração foi fechado pelo executivo com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no final de agosto e encaminhado ao ministro do Supremo André Mendonça para homologação.
Desde então, porém, o magistrado ainda não tomou uma decisão sobre o caso. Interlocutores de Mendonça afirmam que o ministro aguarda uma definição do presidente do STF, Edson Fachin.
Fachin gerou dúvidas sobre a relatoria das investigações envolvendo o Banco Master no Supremo ao avocar para o seu gabinete, em meados de de setembro, petições relacionadas ao caso.
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Ver todasAntes do impasse, Mendonça chegou a homologar uma única delação premiada relacionada ao Caso Master: a do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, mais conhecido como “Mineiro”.
O empresário é dono da Entre Investimentos e Participações e atuava como operador financeiro de Daniel Vorcaro, sendo responsável por fazer os pagamentos ordenados pelo dono do Master.







