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Igor Gadelha

G7: Texto sobre minerais críticos enfrenta resistência no governo Lula

Resistência dos assessores de Lula ao texto do G7 sobre minerais críticos se deve sobretudo a uma menção crítica à China no documento

15/06/2026 16:25, atualizado 15/06/2026 17:03
Andrew Harnik/Getty Images
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Évian-les-Bains (França) – O texto sobre minerais críticos preparado pelos países do G7 enfrenta resistência de integrantes do governo Lula que acompanham o presidente na cúpula do bloco.

Segundo assessores presidenciais, a principal divergência está no segundo parágrafo do documento, que manifesta preocupação com as restrições impostas pela China ao setor.

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Lula se encontra com o presidente francês, Emmanuel Macron
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Na avaliação de um influente auxiliar de Lula, a redação atual reflete uma “postura de confronto com os chineses”, o que não condiz com a atual política externa do governo brasileiro.

“O Brasil não quer tratar a questão dos minerais críticos com exclusões. Isso não faz parte da nossa política externa universalista”, afirma, sob reserva, um assessor presidencial.

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Além do texto sobre minerais críticos, o G7 elaborou outros sete documentos para a cúpula. Diplomatas relatam, porém, que o espaço para contribuições do Brasil e dos demais países convidados foi reduzido.

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De acordo com um assessor de Lula para assuntos internacionais, apenas três dos oito textos teriam condições de receber o aval brasileiro. Os demais conteriam pontos considerados inaceitáveis pelo governo.