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Igor Gadelha

Deputado propõe lei em homenagem a jovem morta em salto sem corda

Deputado do PL apresentou projeto prevendo criação de regras de segurança para esportes radicais e quer lei em homenagem a Maria Eduarda

15/06/2026 14:02, atualizado 15/06/2026 14:49
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Reprodução/Redes sociais
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, jovem que morreu após salto de rope jump sem cordas

Após a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, arremessada de uma ponte sem corda ao praticar rope jumping, um deputado do Pl protocolou um projeto para alterar as regras do esporte.

A iniciativa foi do deputado Capitão Alden (PL-BA), que propõe alterações na Lei Geral do Esporte e a criação de regras de segurança para esportes radicais, no que ele apelidou de Lei Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.

Deputado propõe lei em homenagem a jovem morta em salto sem corda - destaque galeria
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto
“Maldita corda”, lamenta mãe de jovem que morreu em salto de rope jump
Em outro post, feito por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto da Ponte do Esqueleto e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Reprodução/Instagram
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto

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“Maldita corda”, lamenta mãe de jovem que morreu em salto de rope jump
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“Maldita corda”, lamenta mãe de jovem que morreu em salto de rope jump

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Em outro post, feito por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto da Ponte do Esqueleto e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
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Em outro post, feito por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto da Ponte do Esqueleto e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.

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“A denominação da norma como Lei Maria Eduarda Rodrigues de Freitas presta homenagem à jovem que perdeu a vida durante a prática de rope jumping, transformando uma tragédia em instrumento de conscientização, prevenção e proteção para milhares de brasileiros que participam de atividades esportivas de alto risco”, diz o parlamentar.

Pela proposta, as empresas que oferecem esportes como rope jumping e bungee jumping, além de rapel, saltos e escaladas, terão 180 dias para se adequar às novas regras, que incluem a supervisão de técnicos e a adoção da dupla verificação.

Dessa forma, antes do início da prática da atividade de risco, dois operadores distintos terão que emitir, obrigatoriamente, um parecer formal, que ficará registrado, atestando que os equipamentos estão devidamente instalados.

“A proposta estabelece exigências objetivas, como responsável técnico habilitado, plano de gerenciamento de riscos, seguro obrigatório, certificação dos equipamentos, treinamento dos operadores, dupla checagem dos sistemas de segurança, vistoria do Corpo de Bombeiros e comunicação obrigatória de acidentes graves às autoridades competentes”, afirma o deputado.

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