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Igor Gadelha

Eduardo diz que "há mais por vir" dos EUA após decisão sobre PCC e CV

À coluna, Eduardo Bolsonaro afirmou ter pedido "mais coisa" nas reuniões que ele e o irmão Flávio tiveram com Trump, JD Vance e Marco Rubio

29/05/2026 10:14, atualizado 29/05/2026 13:32
Reprodução/Redes sociais
Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou à coluna que “há mais por vir” dos Estados Unidos em relação ao Brasil, após o governo Donald Trump classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Eduardo ressaltou que “pediu mais coisas durante as recentes reuniões que ele e o irmão Flávio Bolsonaro tiveram com Trump, com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

“Quando o bandido chora, a população trabalhadora se alegra. Sinto a sensação de dever cumprido. Mérito do Flávio que foi determinado defender esta declaração. E creio que ainda há mais por vir ao aproximar Brasil de EUA“, afirmou.
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Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Marco Rubio e Flávio Bolsonaro
Nos EUA, Flávio Bolsonaro se encontra com membros do governo Trump
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Nos EUA, Flávio Bolsonaro se encontra com membros do governo Trump
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Nos EUA, Flávio Bolsonaro se encontra com membros do governo Trump

Material cedido ao Metrópoles

À coluna, o influenciador Paulo Figueiredo, que acompanhou Flávio e Eduardo nas reuniões na Casa Branca, contou que um dos pedidos foi pelo retorno da Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Figueiredo ressaltou que a demanda foi apresentada apenas por ele e por Eduardo Bolsonaro. “O Flávio não quis se envolver nessa questão, preferiu se preservar“, afirmou o influenciador, que também mora nos Estados Unidos há anos.

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O jornalista diz ter explicado a Trump o que considera como “efeitos positivos” da Lei Magnitsky no Brasil. Um desses efeitos, avalia Figueiredo, teria sido a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso do Supremo.

Expliquei ao Trump os efeitos positivos da Magnitsky no Brasil. Ela mudou o tabuleiro do Supremo Tribunal Federal, inclusive com a renúncia do Barroso. Ele renunciou com cagaço de ser alvo da Magnitsky. O Trump ficou muito impressionado com o efeito”, declarou Figueiredo.

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Apesar do pedido, o influenciador diz que “não apostaria” no retorno imediado da Lei Magnitsky contra Moraes. “Mas foi algo discutido. Nós nos certificamos de que o que houve foi uma suspensão”, relatou.

Figueiredo afirma que ele e Eduardo argumentaram ainda a Trump que não houve reciprocidade de Lula após o presidente norte-americano atender a um pedido do petista e suspender a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes.

“Pelo contrário. A gente mostrou que o Lula fala mal dele em toda oportunidade que tem. E ainda tirou o visto do diplomata dele que era especializado em Brasil”, disse o influenciador.

Figueiredo se referia à suspensão do visto de Darren Beattie, assessor sênior do governo Trump para políticas sobre o Brasil. O diplomata americano desembarcaria no Brasil em março e pretendia visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.