Igor Gadelha

Alcolumbre recusa pedido de aliados para receber Messias após sabatina

Aliados queriam que Davi Alcolumbre recebesse Jorge Messias institucionalmente após a sabatina no Senado como gesto de boa vontade

atualizado

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Montagem/Metrópoles
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1 de 1 messias-e-alcolumbrejpg - Foto: Montagem/Metrópoles

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recusou pedido feito por aliados para receber Jorge Messias institucionalmente após a sabatina do indicado de Lula ao STF na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

Desde o início da semana, aliados em comum entre Alcolumbre e Messias pediam para o presidente do Senado receber o indicado de Lula após a sabatina. O objetivo seria usar o encontro como uma sinalização de apoio do senador.

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com o presidente do STF, Edson Fachin
O indicado ao STF, Jorge Messias
O indicado ao STF, Jorge Messias
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Matheus Veloso/Metrópoles
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com o presidente do STF, Edson Fachin
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com o presidente do STF, Edson Fachin

O indicado ao STF, Jorge Messias
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O indicado ao STF, Jorge Messias

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O indicado ao STF, Jorge Messias
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O indicado ao STF, Jorge Messias

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Alcolumbre, no entanto, não topou. Segundo interlocutores, ele ficou irritado com o “vazamento” do encontro reservado que teve com Messias na quinta-feira (23/4), na casa do ministro do STF Cristiano Zanin, em Brasília.

Como noticiou a coluna, o presidente do Senado atribuiu o “vazamento” a integrantes do governo. A aliados, Alcolumbre avaliou que a notícia teria sido vazada para tentar forçar uma “falsa sensação” de apoio dele a Messias.

Nos bastidores, senadores do Centrão dizem que Alcolumbre trabalhou muito contra Messias, procurando pessoalmente senadores. O presidente do Senado passou o dia na residência oficial em conversas e telefonemas.

A sabatina de Messias tem sido marcada por tensão de seus aliados quanto ao placar no plenário. Há um forte temor de que o indicado de Lula não alcance os 41 votos mínimos necessários para aprovar sua indicação.

Publicamente, o discurso de lideranças governistas é de que Messias será aprovado, mesmo com o placar apertado. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), por exemplo, prevê que o indicado de Lula terá 45 votos.

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