Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

AGU insistirá com recurso no STF mesmo após Dino reintegrar Andrei

Recurso da AGU está nas mãos do presidente do STF, Edson Fachin, que deu 72h para André Mendonça explicar o afastamento do chefe da PF

09/09/2026 09:43
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
AGU insistirá com recurso no STF mesmo após Dino reintegrar Andrei

A Advocacia-Geral da União (AGU) pretende insistir com seu recurso no STF mesmo após o ministro da Corte Flávio Dino reintegrar Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (9/9).

Andrei havia sido afastado do cargo na terça-feira (8/9) por ordem do ministro André Mendonça. Em reação, a AGU ingressou com um recurso alegando que o ministro violou prerrogativa do presidente da República com a decisão.

AGU insistirá com recurso no STF mesmo após Dino reintegrar Andrei - destaque galeria
3 imagens
Ministro André Mendonça do STF
Andrei Rodrigues foi afastado da chefia da PF
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias
1 de 3

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Ministro André Mendonça do STF
2 de 3

Ministro André Mendonça do STF

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Andrei Rodrigues foi afastado da chefia da PF
3 de 3

Andrei Rodrigues foi afastado da chefia da PF

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O recurso está nas mãos do presidente do STF, Edson Fachin, que deu 72h para Mendonça explicar o despacho. Nesse intervalo, porém, Dino acabou um pedido direto feito por Andrei e reintegrou o delegado ao cargo.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Após a decisão de Dino vir à tona, integrantes da cúpula da AGU informaram à coluna que o órgão vai insistir com seu recurso. O argumento é de que os argumentos do recurso são “sólidos” e que cabe a Fachin tomar uma decisão.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

A aposta na AGU é de que o presidente do Supremo deve suspender todas as decisões — tanto a de Mendonça quanto a de Dino — até que o próprio Fachin tome uma decisão sobre o afastamento ou não de Andrei da direção da PF.