Igor Gadelha

A reação de um ministro de Lula ao inquérito contra Eduardo Bolsonaro

Ministro da AGU de Lula, Jorge Messias comentou à coluna decisão do STF de abrir inquérito contra Eduardo Bolsonaro a pedido da PGR

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Advogado-geral da União, Jorge Messias
1 de 1 Advogado-geral da União, Jorge Messias - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) do governo Lula, Jorge Messias, viu com bons olhos o inquérito aberto pelo STF nesta segunda-feira (26/5) para investigar o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

A investigação contra o filho “03” de Jair Bolsonaro foi pedida ao Supremo pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e visa apurar as articulações de Eduardo para que os Estados Unidos sancionem ministros da Corte,

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Eduardo Bolsonaro critica "tolos que gritam" contra bandeira dos EUA
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
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À coluna, o ministro de Lula defendeu a investigação contra o deputado. Para o chefe da AGU, os crimes pelos quais Eduardo Bolsonaro é acusado são “extremamente graves” e, por isso, demandam “apuração minuciosa”.

“Com a abertura do inquérito a pedido do Procurador-Geral da República, será possível investigar a conduta do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, principalmente durante sua permanência no exterior, em relação a crimes de obstrução da Justiça e alta traição à pátria, visando limitar a liberdade dos magistrados no Brasil. Trata-se de delitos extremamente graves que demandam uma apuração minuciosa”, afirmou Messias à coluna.

No pedido de inquérito, o chefe da PGR argumentou que o objetivo de Eduardo seria embaraçar o andamento do julgamento técnico no STF, além de atrapalhar os trabalhos em curso no inquérito das fake news.

“Há um manifesto em tom intimidatório para os que atuam como agentes públicos, de investigação e de acusação, bem como para os julgadores na ação penal, percebendo-se o propósito de providência imprópria contra o que o sr. Eduardo Bolsonaro parece crer ser uma provável condenação”, escreveu o procurador-geral da República, Paulo Gonet, no pedido.

 

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