Igor Gadelha

A avaliação de membros do governo sobre o novo presidente do STF

Integrantes do governo Lula avaliam que o próximo presidente do STF, Edson Fachin, terá perfil “discreto”, e atuará em defesa da democracia

atualizado

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Em eleição simbólica o Supremo Tribunal Federal elege para presidente e vice-presidente da Corte os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes Metropoles 8
1 de 1 Em eleição simbólica o Supremo Tribunal Federal elege para presidente e vice-presidente da Corte os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes Metropoles 8 - Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Integrantes do governo Lula fazem, sob reserva, uma avaliação do que esperam sobre a atuação do próximo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que toma posse nesta segunda-feira (29/9).

Na visão de membros do governo, Fachin tem perfil mais “equilibrado” e “discreto” do que o ministro Luís Roberto Barroso, que deixa o comando da Corte após dois anos na presidência.

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O futuro presidente do STF, Edson Fachin
O ministro do STF Alexandre de Moraes
O presidente Lula com os ministros do STF Alexandre de Moraes, Edson Fachin e com o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski
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O presidente Lula com os ministros do STF Alexandre de Moraes, Edson Fachin e com o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski

O futuro presidente do STF, Edson Fachin
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O futuro presidente do STF, Edson Fachin

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O ministro do STF Alexandre de Moraes
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O ministro do STF Alexandre de Moraes

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Um dos ministros de Lula ouvidos pela coluna fala que o novo presidente da Corte deverá adotar uma postura mais “reservada”, mas que, assim como Barroso deverá atuar na “defesa da democracia” e da instituição do Supremo.

Quem é Fachin

Como o Metrópoles mostrou, Fachin foi indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2015.  Uma de suas principais decisões como ministro foi em 2021, quando anulou todos os processos da Lava Jato que envolviam Lula.

A medida tornou o petista elegível, segundo a Lei da Ficha Limpa e permitiu a Lula ser candidato do PT nas eleições de 2022, derrotar Jair Bolsonaro (PL) e retornar ao Palácio do Planalto em janeiro de 2023.

À época, Fachin justificou de que a 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba não era a Corte competente para processar e julgar casos envolvendo o Lula.

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