Guilherme Amado

STF volta a julgar ação que tira poder de defensorias

Ação proposta pela PGR deve travar atuação de defensores públicos, que prestam apoio jurídico a pessoas de baixa renda

atualizado

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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Estátua da Justiça STF
1 de 1 Estátua da Justiça STF - Foto: Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O STF voltará a julgar na próxima sexta-feira (11/2) uma ação que contesta o poder da Defensoria Pública de demandar documentos públicos. Proposta pela PGR, a mudança deve travar a atuação de defensores públicos. O julgamento estava parado desde novembro, quando o ministro Alexandre de Moraes pediu mais tempo para analisar o caso.

A requisição de documentos públicos pelas defensorias é feita há cerca de 80 anos e é tida como essencial para ampliar o atendimento jurídico a pessoas de baixa renda, sem acesso a advogados. Cerca de 22 milhões de brasileiros são atendidos por ano pela Defensoria Pública da União.

Por outro lado, a PGR alega que é injusto que defensores públicos consigam fazer requerimentos a órgãos públicos e advogados privados não. Isso desequilibra o andamento do processo, segundo o procurador-geral da República, Augusto Aras.

Pouco antes de o julgamento ser suspenso a pedido de Moraes, em novembro, o relator do caso, ministro Edson Fachin, votou para rejeitar o pleito da PGR e manter o poder das defensorias.

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