Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Paulo Cappelli

O peso do comando do PT na candidatura de Marcelo Freixo

A chapa de Marcelo Freixo com Lula no Rio de Janeiro faz com que o PT tenha um grande peso na tomada de decisões da candidatura de Freixo

atualizado 19/04/2022 22:55

Lula e Marcelo Freixo Ricardo Stuckert/Instituto Lula

A chapa de Marcelo Freixo com Lula no Rio de Janeiro faz com que o PT tenha um grande peso na tomada de decisões da candidatura do candidato do PSB ao governo do Rio.

Mesmo sendo presidente do PSB, Carlos Siqueira Siqueira não tem a voz final nas negociações com os petistas. Quem toma as decisões, na maioria das vezes, é Gleisi Hoffmann, a presidente do PT.

A dinâmica é alvo de piada entre os oponentes de Freixo, que já preparam ataques sobre o PT comandar a campanha e alianças do candidato do PSB.

A escolha do vice de Freixo também está sendo decidida por Siqueira e Gleisi, mas a avaliação entre os partidos que estudam oficializar a aliança com Freixo é que a líder do PT que escolherá quem será o vice.

Dentro do PSB, a dinâmica de poder gera incômodo. Siqueira já disse que Freixo seria um “infiltrado do PT” dentro do partido. Nas duas vezes que o PT e o PSB travaram disputas políticas por candidaturas, Freixo ficou ao lado dos petistas ou em cima do muro, o que causou irritação em Siqueira.

No início do ano, Freixo defendeu a candidatura de Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de São Paulo, ao invés de defender a de Márcio França, nome cotado pelo PSB. Ao Senado pelo Rio de Janeiro, Freixo se manteve em cima do muro quando o PT decidiu lançar André Ceciliano ao Senado e não apoiar Alessandro Molon, seu correligionário.

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