
Guilherme AmadoColunas

Justiça vai à casa de Daniel Silveira e leva chá de cadeira de 3 horas
Deputado está em prisão domiciliar, mas demorou a atender oficial que entregaria intimação
atualizado
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Daniel Silveira continua a dar trabalho à Justiça. Na semana passada, um oficial, a mando da Justiça Federal, foi à casa onde o deputado cumpre prisão domiciliar, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, para intimá-lo. Levou três horas e meia para ser atendido.
No relato enviado ao STF, o oficial afirma ter chegado ao portão da casa de Silveira às 9h30 da última sexta-feira, quando bateu palmas e chamou por meia hora, sem sucesso.
Segundo o oficial, as janelas da casa estavam abertas e havia dois carros na garagem. Mesmo com o latido do cachorro, o servidor não foi atendido.
O oficial deixou o local, mas voltou às 10h30, e continuou tocando o interfone e gritando o nome do deputado por quase duas horas e meia. Apenas às 12h52 foi atendido pela mulher de Silveira, que saiu da casa e disse que o marido estava com botas ortopédicas.
Quando finalmente saiu, Silveira recusou-se a assinar o documento, afirmando que consultaria seu advogado antes.
O oficial teve de voltar três horas depois, quando conseguiu sair com a assinatura.